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sábado, 5 de novembro de 2016

domingo, 28 de agosto de 2016

O quarto trancado - Pt 1

Eu tinha 19 anos e ainda vivia em casa quando a irmã mais nova da minha mãe se divorciou do marido, o médico, ela o apanhara com a mão na massa vezes demais. Ela certamente tinha os meios para alugar um apartamento próprio mas as ameaças veladas fizeram-na aceitar o convite para ficar conosco com facilidade e ela fez a sua mudança para um quarto grande extra na parte de cima da casa. Sua coleção de casacos de pele era bem conhecida por mim pois eu já tinha conseguido acariciar alguns nas festas de fim de ano mas nunca tive a oportunidade de passar um tempo sozinho com eles. Meu amor por casacos de pele pode ter até começado com as memórias de seus abraços macios e prefumes caros quando eu era criança mas eu não poderia dizer com certeza, tudo que eu sei é que é que sempre que eu estou perto de um casaco de pele ou acessório de qualquer tipo eu pareço perder o controle, eu fico com um sentimento engraçado no meu estômago e sinto a vontade sobrepujante de tocar os pêlos com meus genitais, e é claro fazer amor com aquilo! Minhas experiências com peles até agora se consistiam em algumas peles de coelho grandes de um mercado de pulgas e uma estola macia de mink marrom que eu economizei e comprei em uma loja de penhores, você podia ver minhas mãos tremendo quando eu paguei pelo meu prêmio! E apesar de eu tomar muito cuidado com minha mink ela começou a se descosturar quase imediatamente, causando grande preocupação e tristeza, e foi quando a tia Karen se mudou.


















































Minha tia tinha o hábito de trancar a porta quando ela saía, sempre desconfiada por conta do divórcio ela dizia mas eu suspeitava que ela sentia algo sobre mim mesmo se ela não pudesse apontar o dedo, digamos que ela tinha um palpite, e como ela estava certa. Tudo que eu podia pensar era no seu magnífico casaco de pele de raposa cinza, perfeito, como o das estrelas de cinema, cada pele um trabalho de arte. Até esse dia eu ainda dificilmente acredito que um casaco de tamanha perfeição exista, foi um presente de seu marido comprado na Escandinávia depois de uma de suas separações, eu até ouvi falar que eles selecionaram as peles em uma fazenda de raposas. Eu só havia o visto algumas vezes e até então apenas brevemente, mas é o tipo de vestimenta que deixa uma impressão duradoura e muitas noites foram passadas no meu quarto usando uma pele de coelho enquanto eu me imaginava fodendo aquele casaco, e agora ele estava logo no final do corredor.



O Dia de Ação de Graças chegou com o frio que faz nós (amantes de pele) fiquemos mais ativos e meus pais, junto com Karen, estavam indo visitar minha avó idosa em Ohio, a dois estados de distância. Eu fui convidado mas pude notar que eles se sentiram aliviados quando eu recusei, eu só atrapalharia na casa pequena da vovó e, além disso, eles gostam de ter alguém tomando conta da casa quando viajam. E eu tinha planos próprios, é claro.



Mesmo enquanto eles estavam fazendo as malas eu comecei a sentir coisas acontecendo na minha região púbica, não bem uma ereção mas uma ansiedade, como se meu pau soubesse que algo grande estava para acontecer. Eu estava prestes a ter 4 dias sozinho em casa e eu iria fazer valer, aquele casaco enorme de raposa seria minha vítima, minha presa, ela iria pagar por todas aquelas noites sem sono, eu ia foder cada centímetro daquela beleza!





Assim que o carro fez a volta no quarteirão, eu entrei em ação, a tábua onde todas as chaves da casa ficavam estava na despensa e eu fui direto para lá. Tinha um chaveiro familiar em um dos ganchos mas eu reconheci todas as chaves que estavam nele. Pense! Onde eles iriam guardar uma chave de um quarto reserva se eles não quisessem que eu achasse? Meu deus eu pensei conforme a idéia ocorreu de que eles pudessem ter levado a chave com eles, era uma porta de carvalho de seis painéis com um trinco e não tinha nenhum outro jeito de entrar! Pense!!! Então me veio um flash na minha mente que eu uma vez havia visto um par de chaves que eu não conhecia na caixa de jóias da minha mãe um dia quando eu estava procurando por trocados, e eu corri escadaria a cima. Eureka! Haviam 3 chaves idênticas em um anel e eu fui direto para a porta trancada. A primeira chave que eu tentei entrou no trinco facilmente e conforme eu girei o miolo, ele estalou e eu estava dentro. Só que eu não entrei direto, eu fiquei lá com a porta parcialmente aberta e bebi aquele aroma de mulher rica, perfume, um pouco de spray de cabelo, e pele, sim pele, eu posia cheirar o casaco, eu juro! Eu tremi um pouco conforme eu recuei pelo corredor e fui para meu quarto para tomar banho e me arrumar. Eu tinha esperado tanto tempo para foder aquele casaco, e eu ia fazer isso do jeito certo, eu estava determinado a estar limpo e perfeito quando eu finalmente montasse no meu prêmio, eu tinha 4 dias inteiros e eu ia aproveitar a experiência ao máximo.



Eu estava completamente limpo e barbeado quando eu voltei ao quarto dela, meu pau já antecipando o que se provaria ser uma foda que eu para sempre lembraria. Eu fui forçado a carregar alguns lenços de papel para limpar um contínuo e lento fluxo de pre-cum para não manchar o carpete. O quarto estava escuro mas navegável, bem do jeito que eu queria, eu queria ver o que eu estaria fodendo esta manhã. A cama dela não estava feita, eu pude dizer que ela só tinha puxado o edredom para endireitá-lo e minhas atividades na cama dela nunca seriam notadas. O armário dela era um closet e eu imediatamente avistei minha amante pendurada na frente em toda sua glória sedosa. Isso aconteceu há alguns anos atrás mas eu ainda tenho uma ereção até hoje quando eu me lembro daquele casaco, era o casaco de pele de raposa mais lindo jamais feito, e estava praticamente implorando por um pau duro. O peleiro que o fez deve ter sido um dos nossos considerando a gola enorme de pele que se transformava em uma lapela grande e espessa e mangas gigantescas de pele, ele deve ter fodido ela várias vezes antes de entregar, nenhum homem poderia resistir à sua sensualidade e poder, ela foi criada para satisfazer paus duros! Eu esfreguei as mãos lentamente para cima e para baixo nas laterais sentindo a maravilha do pêlo denso e estava igualmente maravilhado pelo peso do casaco quando o levantei, e instintivamente afundei meu nariz na grande gola arredondada para beber sua essência. E eu não me desapontei, ela estava bem perfumada, eu estava no paraíso!



Na cama eu finalmente fiz o primeiro contato do meu pau nas peles macias e automaticamente comecei a pistonar nela, mais lento, não tão rápido, vá co mais calma eu disse a mim mesmo de novo e de novo mas não adiantava. Eu dobrei uma lapela sobre a outra para criar um monte massivo de pele de raposa perfeita e enfiei meu pau duro como pedra fundo nos pêlos macios, empurrei meus braços sob ela acomodando a gola massiva conforme eu veijava e gentilmente aspirava o doce cheiro do pêlo enquanto emitia estranhos ruídos animais como nunca antes. O grande casaco de raposa e eu nos tornamos um só conforme eu furiosamente metia nela do jeito que ela merecia, suas mangas esticadas e balançando dos lados com cada metida brutal, eu podia ver a sombra de meu próprio quadril na parede conforme eu bombava dentro daquela coisa adorável tentando duro fazer aquele momento durar, mas acabou rápido demais, eu expus meus dentes e arqueei o corpo para trás com um rosnado imenso enquanto despejava minha semente fundo dentro daquela cara beleza de novo e de novo sem me importar em como eu iria explicar minhas ações. Depois do que pareceu uma eternidade eu finalmente caí sobre minha amante macia, totalmente exausto mas mais feliz do que eu jamais julguei possível. Aquele dia selou meu destino como um caçador de acessórios de pele pelo resto da vida, eu me tornei um verdadeiro amante de pêlos dali em diante.






Depois de alguns momentos eu examinei os danos e fiquei surpreso pelo fato do pêlo ser tão denso que eu não tinha nem manchado o couro, e com um tecido umedecido com água eu fui capaz de remover a maior parte do semen, que era muito! Eu estava confiante de que eu poderia secar a área remanescente com um secador de cabelos e deixar tudo com pouquíssima evidência para mostrar, mas enquanto isso eu tive outra ereção. Eu aprenderia isso ao longo dos anos, o simples fato de limpar o pêlo e dizer o quanto eu a amava já me deixou duro para montar na minha amante uma segunda vez. Desta vez eu diminuí a intensidade, me abrigando dentro dos pêlos e dizendo o quanto eu a amava antes de ejacular uma segunda vez nas peles. O orgasmo foi quase tão bom quanto o primeiro mas com muito menos sujeira e então o dia continuou. Eu meio que perdi a conta mas acho que gozei nela umas sete vezes antes da noite cair, quando eu finalmente puxei a coberta sobre nós dois e dormi o sono de um homem realmetne satisfeito. De manhã eu investigaria o resto do quarto mas agora eu estava em um céu maravilhoso de peles com minha amante ao meu lado.



Eu acordei cedo de manhã mas ainda sentindo os resultados da última noite com minha amada raposa cinza e eu me aconcheguei nela uma vez mais na suave luz da manhã, e naturalmente meu pau respondeu saudavelmente e eu estava duro de novo em alguns minutos. Durante toda a noite eu tinha tomado minha amada como um homem fode uma mulher, eu no topo dela e metendo na sua maciez mas esta manhã eu tentei uma tática diferente, e eu deitei de costas puxando o enorme casaco sobre mim. Que sensação maravilhosa ser completamente envelopado naquelas peles de raposa com cheiro tão doce conforme eu mexia o casaco para cima e para baixo por toda extensão do meu corpo. Quando eu atingi o ponto sem retorno eu deslizei o casaco para baixo e com ambas as mãos eu enrolei a gola enorme em volta do meu membro esfomeado, e lentamente eu esfreguei aquele pêlo denso para cima e para baixo pelo meu pau sempre aumentando em um ritmo voraz de metidas famintas, meu quadril indo para cima e para baixo no mesmo ritmo, fodendo aquela gola maravilhosa de peles exatamente aonde a bochecha encontra a maciez até que eu literalmente esguichei um enorme jato branco através dos pêlos e diretamente sobre meu peito, com uma gota grande atingindo meu queixo. Eu já tinha visto meu pau esguichar em várias ocasiões, mas nada como isso, foi épico!





Continua...

sábado, 27 de agosto de 2016

ACESSÓRIOS ON-LINE

Boa tarde!

Acabei achando esses dias uma loja de acessórios bem interessante on-line.
O preço é bem caro, pois está em Euros (a loja é na Alemanha), mas tem alguns produtos bem interessantes.

Link para a loja: http://furotic.de/index.php?

Alguns dos produtos:

Anel Peniano em pele de raposa:

Anel Peniano em pele de Mink:

 Tubo para masturbação em pele de Mink:

Anel Peniano em pele de Raposa, cinza:

Luva para massagem, Mink: 

Lingiere, Mink:

Tubo para masturbação, pêlo de Nutria:

Luva de massagem, Mink:

E para acabar, tubo de masturbação, raposa. É o tipo de coisa que a gente bate o olho e pensa "PRECISO DISSO". Vou começar a juntar as moedinhas. :)

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Como "Sair do Armário"?

Boa tarde!


Todos nós temos alguma coisa que não gostaríamos que o público em geral soubesse abertamente. Seja porque poderia criar perguntas complicadas de responder, por não se sentir confortável que outros penetrem tão fundo na sua intimidade, ou seja lá qual for o motivo, a verdade é que, uma hora ou outra, sofremos todos o risco de sermos descobertos. Neste momento, surge a dúvida: devo contar? Seria abrir o jogo uma alternativa melhor do que deixar a (ou as) pessoa (s) descobrir (em) por conta própria? E se sim, como fazê-lo?



Devo ressaltar que estes são as -minhas- opiniões sobre o assunto. Caso você não se sinta confortável com as coisas que eu sugiro, não siga! Tome seu próprio tempo, pondere, e decida sobre o melhor caminho a seguir na sua situação. Cada caso é um caso, sempre.

1) A abordagem direta:
Algumas pessoas são mais seguras de si mesmas, ou possuem uma coragem maior para abordar o assunto de frente. Chegar para um familiar, relacionamento afetivo, ou amigo e admitir abertamente "eu tenho um fetiche" nunca é uma tarefa fácil, e inclui sim seus riscos - que falaremos no final do post. Quando os fetiches são mais conhecidos, como Sadomaso, Podolatria e afins, geralmente as reações são mistas, mas tendendo ao positivo - a maioria das pessoas pode começar a te tratar de uma maneira um pouco diferente e farão algumas piadas de vez em quando, mas dificilmente algo como podolatria vai acabar com um relacionamento. Fetiche por casacos de pele é um pouco mais complicado pois ele está intimamente associado - pelo menos na internet, entre os "produtores de material", digamos - ao sadomaso e a transsexuais. Isso pode gerar uma série de associações e perguntas que algumas pessoas podem achar desconfortáveis. Além disso, temos o lado emocional - muitas pessoas não apreciam vestimentas que usam pele por considerá-las moralmente e eticamente descabidas, digamos. Se você tem uma namorada que é participante de ONGs de defesa de direitos dos animais, provavelmente não é uma boa idéia contar a ela sobre seu fetiche. Quando uma idéia vai tão de encontro ao que a outra pessoa acha fundamental, as reações são geralmente violentas e imprevisíveis. Dificilmente um relacionamento desses continuaria depois de tal revelação, restando portanto 2 opções mais lógicas: terminar o namoro antes de contar, ou abandonar o fetiche e buscar outra coisa que o excite.



2) Abordagem discreta:
Dependendo do caso, convém abordar o caso de maneira discreta, apresentando o assunto aos poucos, com cuidado, a analisando a reação das pessoas. Ao se obter uma reação negativa ou caso perguntas desconfortáveis começarem a surgir, pode-se optar por continuar apresentando o assunto explicando melhor ou interromper. Essa geralmente é a melhor opção para se abrir dentro de um relacionamento ou com amigos. O ideal é sempre tentar se abrir sobre o fetiche de uma maneira mais leve, e trazendo à tona a impressão que não é algo do outro mundo, evitando ao máximo fazer alarde. Além disso, se possível, tente fazer com que o primeiro contato da pessoa com o fetiche não seja associado à algo negativo, e sim algo positivo. Desta maneira, quando a pessoa lembrar do fetiche, não o associará de imediato a algo negativo no futuro. Esteja também sempre pronto a responder as diversas perguntas que podem aparecer de maneira aberta. Para isso, estude um pouco sobre o assunto do fetiche. É sempre bom e você provavelmente descobrirá coisas interessantes que provavelmente não pensaria pr conta própria, ou demoraria muito tempo para descobrir sozinho. :)



3) Abordagem surpresa:
Algumas pessoas preferem apresentar o fetiche de maneira "surpresa", já no meio da relação. A recepção para certos fetiches, dependendo da maneira como são apresentados, pode ser bem melhor durante o sexo, pois a pessoa já está sexualmente receptiva e pode acabar topando - e gostando - por já estar no meio da coisa. Além disso, a primeira impressão, caso dê tudo certo, vai ser muito boa. Porém, se a recepção for ruim, pode por tudo a perder, pois a resposta negativa pode ser amplificada. É uma manobra arriscada.


4) Abordagem Acidental:
Não é muito frequente, mas é uma possibilidade. Consiste em criar uma situação onde a pessoa descubra por conta própria, de maneira "acidental". É muito melhor do que a pessoa descobrir de maneira acidental sem você estar preparado, pois a adrenalina e a vergonha do momento podem levar você a tomar atitudes inadequadas. Pode funcionar bem com pessoas reconhecidamente mais compreensivas, caso você não tenha coragem de abordá-las de frente.



Lembre-se que a informação é sempre melhor do que deixar a pessoa pesquisar coisas por conta própria. Na internet, hoje em dia, existem diversos sites sobre os mais variados assuntos, e nem sempre os mesmos são abordados de uma maneira amigável para os leigos. Muitas pessoas mais tímidas/religiosas/conservadoras, que poderiam ser familiarizadas com uma abordagem mais delicada, podem se afastar completamente ao pesquisarem por conta própria em sites como Xtube ou Xvideos, pela alta quantidade de fetiches associados aos casacos de pele, especialmente com natureza mais gráfica e/ou chocante, como vídeos de Dominatrix.

O lado positivo de se abrir com relação ao fetiche, na minha opinião, é primeiramente a paz de espírito. Manter um segredo de sua família e entes queridos pode ser extremamente desgastante. O risco constante de ser descoberto e de obter uma reação negativa pode gerar crises de ansiedade, irritabilidade, e semelhantes. Manter o segredo como segredo pode ser pior do que expor o segredo, acredite. Em segundo lugar, é muito bom poder enfim realizar aquelas fantasias sexuais que tanto se imagina.








Porém, tudo possui uma margem de risco, como foi dito mais acima. Especialmente quando se é mais novo, ser descoberto pela família, especialmente por uma mais conservadora, pode causar uma série de problemas, desde proibições de contato com o objeto do fetiche, a visitas a psicólogos e psiquiatras, até, em casos mais graves, visitas à igrejas/templos para falar com o sacerdote/pastor local, para "tirar o demônio da luxúria do corpo". Ser descoberto por amigos/as pode implicar em bullying, brincadeiras de mal gosto em horas inapropriadas, e situações semelhantes. E ser descoberto pelo/a companheiro/a pode gerar algumas situações constrangedoras também, e dependendo do caso, pode colocar a relação em risco. Algumas pessoas não tem o preparo mental necessário para aceitar coisas mais "fora da rotina" e esse choque pode, sim, colocar a relação em cheque. Pode parecer algo sem sentido e fútil terminar uma relação por causa de algo que nós consideramos tão banal, mas temos que entender que a outra pessoa pode não receber essa informação como algo "banal".



Qualquer dúvida, estou aberto à perguntas. :)

Obrigado!

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Experiências Pessoais - Pt. 7

Boa tarde novamente. :)

Continuando as peripécias com o cobertor, por volta de 2000 nos mudamos do apartamento no canal 5 para um próximo à Conselheiro Nébias. Minha vida ficou bem conturbada nessa época por conta da mudança, pois saí de uma escola onde fiquei 12 anos e onde estavam absolutamente todas as pessoas (amigos ou não) que eu conhecia minha vida inteira e fui terminar o último ano de estudo em outra escola, onde não conhecia ninguém. Além disso, anos depois, descobri que eu poderia ter ficado no Colégio onde eu estudava por lei, pois o colégio era obrigado a me fornecer a bolsa para eu encerrar os estudos. Porém, descobri ainda mais anos depois que minha mãe não entrou com esse simples requerimento por orgulho próprio, pois ela havia sido demitida após brigar com a coordenadora dela, e ela não quis deixar nenhum dos filhos na escola por decisão própria (sem nem nos consultar).



Por conta do stress da mudança, as minhas sessões de masturbação aumentaram consideravelmente de frequência. Nessa época eu me masturbava uma média de 2x por dia, geralmente com a leoa. Uma vez no banheiro, durante a tarde, e outra de noite, antes de dormir. Os procedimentos para isso eram os mesmos: Deixava ela no cesto de roupas ou dentro do armário do banheiro, ou então embaixo do colchão.

Por conta da frequência maior de uso, a leoa precisava de higienização mais frequente. Quando possível, eu a lavava eu mesmo dentro do banheiro, quando não tinha ninguém em casa, com xampu, condicionador e sabonete (o que deixava ela muito cheirosa e macia, diga-se de passagem, rs). Depois eu a deixava secando com vento indireto de um secador de cabelos, que resolvia o problema da umidade em cerca de 1 hora. Nessa época eu tinha bem mais tempo sozinho em casa, pois minha mãe trabalhava praticamente todos os dias fora de casa, e meu irmão passou a estudar no Stella Maris, onde ele tinha aulas à tarde praticamente todos os dias também.



Isso durou por aproximadamente 5 meses (de fevereiro a junho), pois do meio para o final do ano eu comecei a fazer cursinho à tarde e não tinha mais nenhuma tarde livre. Foi outro momento MUITO estressante na minha vida, onde eu quase cometi suicídio me jogando do 4º andar, mas isso não vem ao caso. Não sei se a redução na frequência de masturbação (que estava muito alta) teve algo a ver com isso.

O fato digno de nota é que nesta época, minha mãe e meu irmão foram viajar em julho, e eu não pude ir pois estava correndo para completar o curso de inglês no modo avançado. Para economizar um semestre, preferi ficar em Santos ao invés de ir viajar e fazer um intensivão de conversação, tendo aulas todos os dias de noite, para conseguir os créditos que faltavam para concluir o curso.


Agora vem uma pergunta de resposta óbvia: o que um adolescente de 18 anos faz quando tem DUAS SEMANAS INTEIRAS sozinho em casa? Especialmente se ele é quase que patologicamente tímido e acabou sendo afastado de suas amizades por conta da mudança de colégio? Sim, ele se masturba. MUITO.

Nestas 2 semanas, eu considerei a casa como meu reduto particular. Peguei todos os bichos de pelúcia que com os quais eu mantinha relações e deixei-os em cima da escrivaninha e da cama, completamente à vista. Andava pelado pela casa inteira, frequentemente com esses bichos, levando-os para qualquer cômodo que eu fosse. Me masturbei em todos os lugares da casa - sala, cozinha, área de serviço, escritório, quarto da minha mãe, banheiro da minha mãe... um dia até experimentei manter relações com a minha leoa nas escadarias do prédio. Sem ninguém por perto, não haviam limites.

Mas... havia um limite. Eu mesmo. Ou melhor, meu corpo.


Até onde meu corpo permitiria que eu fosse?

Não havia melhor momento para responder aquela pergunta do que aquele.

Levei o cobertor da minha mãe para o meu quarto e o coloquei em minha cama. Decidi que naquela noite, eu me masturbaria em sequência até não conseguir mais. Peguei todas as minhas parceiras sexuais de pelúcia e deixei de prontidão. Decidi que para aquela tarefa hercúlea, a leoa era a mais merecedora de me acompanhar, pois havia sido a mais fiel até então, e a primeira de todas. Nada mais justo.

Comecei me masturbando com o cobertor, e quando achei propício, penetrei a leoa e parti para a primeira vez. Estando completamente sozinho, assistindo pornografia (de má qualidade) no Multishow na TV do quarto com volume alto, e com minha leoa, o primeiro orgasmo não demorou muito.



Eu já havia me masturbado duas vezes seguidas antes, e sabia que o segundo orgasmo demorava muito mais para acontecer do que o primeiro. Se o primeiro levava de 5 a 10 minutos, o segundo levaria uma hora, se eu conseguisse manter a ereção, evitando a "brochada biológica" que acontece naturalmente depois do orgasmo.

Como era de se esperar, o segundo orgasmo demorou bem mais para vir, mas não tanto quanto normalmente levava.

Consegui manter a ereção para começar a terceira sessão logo depois da segunda, mas durante a terceira, a brochada biológica chegou, e precisei me estimular bastante para que ela voltasse e eu completasse a sessão.

Depois do terceiro orgasmo, a leoa já estava fazendo um som de pano úmido (semelhante ao som de um pano quando é lavado no tanque, à mão), então agradeci a ela e continuei com o cobertor. O quarto orgasmo demorou quase uma hora de masturbação intensa para acontecer, mas veio. A quantidade de sêmen diminuía exponencialmente, como era de se esperar - com 18 anos eu já não produzia mais tanto quanto com 13-14 anos, provavelmente pelo excesso de masturbação diário, e eu já tinha percebido que se eu ficasse alguns dias sem me masturbar a quantidade de sêmen aumentava consideravelmente (embora não chegasse a ser o que era quando eu era mais novo).


O quinto orgasmo veio completamente seco, após mais uma hora. Havia esvaziado completamente a próstata, as contrações no pênis e no períneo eram extremamente fortes, e a glande estava perdendo a sensibilidade.

Ainda havia sensibilidade, porém, para usar o cobertor para uma sexta sessão na sequência, após um breve período de descanso. O pênis já estava começando a ficar muito inchado, e podia ver as veias saltando. Após a sexta sessão, segui com o cobertor estimulando apenas o escroto, para manter a ereção.

A sétima sessão foi um recado claro - era hora de parar. Não houve nenhum prazer, apenas dor. Nenhum sêmen, nada. Meu pênis se contraía de maneira dolorosa, o períneo idem. Me deitei, esperei as dores passarem, e como um soldado sem medo da morte, parti para a oitava sessão.


Na oitava sessão, novamente, apenas dor, sem prazer. Porém a dor havia aumentado. Era para mim um sinal claro: a partir daqui, vai doer cada vez mais, e não está havendo nenhum retorno benéfico. Era hora de parar.

Descobri nesse dia que o limite do meu corpo eram provavelmente 6 em sequência, porém podendo chegar a 8 (ou mais) caso eu estivesse realmente desesperado ou desenvolvesse um fetiche masoquista (o que ainda não aconteceu).

:)


Experiências Pessoais - Pt. 6

Boa tarde! :)

Além do assunto "Primeira vez", que é sempre um tema bem recorrente nos fóruns de fetiche por aí, outros 2 temas frequentes são "Fazer com pertences alheios" e "Pego no flagra". Acredito serem temas frequentes pois são duas situações que despertam picos de adrenalina, que como todos nós sabemos, é uma substância viciante (e que se estiver no sangue no momento do orgasmo, aumenta a potência do mesmo).




Conforme já falei anteriormente, uma vítima corriqueira das minhas sessões íntimas solitárias em casa era o cobertor da minha mãe. Após algumas sessões de bruços, que sempre eram mais intensas (e cansativas e trabalhosas) do que as sessões "normais", eu comecei a usar o cobertor dela de uma maneira diferente. Eu apenas enrolava minha mão nele, como se ele fosse uma luva sem dedos, e me masturbava daquele jeito. Era bem interessante, e a adrenalina de fazer com um objeto tão perigoso sempre aumentava a sensação de prazer no final. 

 Nesta época nem sempre eu sujava o cobertor, pois não havia muito tempo para limpeza. Eu tinha apenas algumas poucas tardes livres para fazer isso por semana, e tinha que aproveitá-las bem. Outras vezes, eu esperava ela sair de casa e pegava o cobertor, enrolando-o como se fosse um rocambole peludo para ficar um pouco mais alto, e poder ficar mais próximo da posição que eu usei com o finado urso rosa. Sempre gostei desta posição de "monta", mais selvagem, para esse tipo de coisa. Acho reconfortante o desprendimento da realidade e a liberdade de deixar o "lado animal" assumir o controle por um pequeno período de tempo.




Eventualmente, porém, o inverno se foi e a primavera chegou, e com o inverno sumia o cobertor. Nos primeiros anos eu ficava chateado por ter que esperar mais 6 ou 7 meses até o nosso próximo encontro (e entre o primeiro ano e o segundo que comecei a usar o cobertor para fins eróticos, eu calculei mais ou menos quando ela tiraria o cobertor do armário e fiquei quase 2 semanas sem fazer nada. Devo dizer que foi um reencontro inesquecível...).

Quando voltava o inverno, eu já estava 1 ano mais velho, e cada vez mais ousado. O cobertor me recebia sempre que possível, e eu fazia questão de acabar nele sempre que tinha a oportunidade. Já estava com bastante prática no método para limpá-lo. Porém, uma vez, minha mãe saiu de casa e eu, que já estava ansioso pela saída dela, fui correndo até o quarto dela nu. Assim que cheguei, já enrolei o cobertor, montei nele, e de repente, a porta da área de serviço de abriu violentamente.



Naqueles 3 segundos que foram necessários entre minha mente associar o barulho à alguém entrando em casa, e associar alguém entrando à minha mãe que tinha esquecido algo, foi tempo mais do que suficiente para minha mãe, morrendo de pressa, voltar e entrar no quarto dela (onde eu estava) para apanhar a chave do carro que havia ficado sobre o criado mudo. Tudo que eu tive tempo de fazer foi de levantar de cima do cobertor, ofegante, e correr para o banheiro do quarto dela, porém não rápido o suficiente para que ela não visse que eu estava nu e com uma ereção no quarto dela. Na pressa ela apenas riu e perguntou o que estava acontecendo, e eu corri e disse que precisava usar o banheiro dela pois o meu estava sem papel.

Ela não tocou no assunto durante a noite, quando voltou pra casa(acho que ela entendeu que eu estava me masturbando mas não associou o ato ao cobertor).

quarta-feira, 4 de maio de 2016

HIGIENIZAÇÃO E MANUTENÇÃO

Bom dia! :)


Uma parte importante do fetiche e que costuma inferir em uma série de perguntas é a higienização dos objetos após o uso.

Existem alguns métodos diferentes para realizar a limpeza de pêlos, e diferentes tipos de peles tem reações diferentes ao sêmen. Isso deve sempre ser levado em conta desde o início, pois certos tipos de pele, como chinchila, são notavelmente frágeis aos danos causados pelo contato com sêmen.



O meu método favorito é a remoção mecânica. É o mais fácil de ser executado, e dá resultados muito satisfatórios para os objetos que eu uso.

Esse método consiste em remover o excesso de sêmen dos pêlos com um pente fino ou escova. Pela natureza gelatinosa do sêmen, boa parte dele é removido, deixando uma quantidade mínima sobre a pele. Em seguida, escova-se com uma escova limpa a área atingida e espera-se secar. Após a região secar, escova-se de novo, nos 4 sentidos (cima/baixo, baixo/cima, esquerda/direita e direita/esquerda) com delicadeza para separar as cerdas que porventura tenham ficado aderidas.

Esse método funciona muito bem com pêlos sintéticos e naturais longo, como por exemplo, raposa. A técnica também funciona bem com pêlos mais ásperos como castor.





 Outro método, criado por um russo cujo apelido é Ahmed, criou um método bem criativo. Usando uma seringa sem agulha, ele aspira o sêmen puxando o êmbolo, e diz que obtém assim uma remoção ainda mais eficaz do que com o pente fino. Ele diz que o método dele funciona bem inclusive para peles e tecidos de fibras curtas, como mink, que são mais complicados de higienizar com a remoção do pente.

Pelúcias de fibras mais curtas podem ser lavadas na máquina e deixadas a secar em ambiente ventilado. Deve-se tentar escovar o mínimo possível, pois a escovação vai aos poucos removendo as fibras da pelúcia, deixando o tecido com aparência de "cansado". Uma escovação leve depois de tirar da máquina e outra depois de secar é o suficiente, geralmente, para deixar o objeto com aparência de novo.


Alguns tipos de pele natural devem evitar o contato com sêmen a todo custo.

Pele de coelho é um paradoxo. É uma favorita de muitos que tem acesso fácil a ela por ser muito macia e consideravelmente barata quando comparada a raposa, mink, ou chinchila. Porém é uma pele que é simplesmente impossível de ser higienizada. Os pêlos curtos e muito macios grudam com muita facilidade e a fragilidade do couro sob os pêlos torna impossível escovar sem destruir. Por isso muitos encaram pele de coelho como algo "descartável" - você se masturba uma vez com ela, ejacula, e joga fora.

Pele de chinchila é semelhante a pele de coelho, porém custa umas 100x mais caro. Por ter aproximadamente 40 pêlos saindo de cada folículo piloso (seres humanos tem 1 ou 2) é uma pele extremamente densa, e tão macia que às vezes não é nem percebida por partes do corpo com uma sensibilidade menor. Ejacular sobre chinchila é praticamente assinar o atestado de óbito da pele, pois a higienização é quase impossível, pelos mesmos motivos da pele de coelho. Por isso os objetos de chinchila são vistos pelos fetichistas como "ultimate prizes", e as reações sobre destruir casacos e afins feitos de chinchila obtém reações diversas e controversas.


segunda-feira, 4 de abril de 2016

Experiências pessoais - Pt. 5

Boa noite! :)

Como eu mencionei antes, o meu passaporte no mundo das coisas peludas foi o cobertor verde da minha mãe. Mas depois do trauma inicial de ser pego no flagra pela minha avó, eu demorei um bom tempo até conseguir tomar coragem e experimentá-lo.

Não foi antes dos meus 14 anos, quando eu já estava com relativa experiência no "ato", que eu finalmente resolvi tentar de novo. Pelo período de 1 ano, eu estava fazendo 3º ano do Ensino Médio no período da manhã, e meu irmão estudava de manhã e à tarde várias vezes por dia. Minha mãe dava aula nos 3 períodos nos mesmos dias que meu irmão tinha aula (ela dava aula na escola que ele estudava) o que me deixava com relativa liberdade dentro de casa. O usual era chegar na hora do almoço, comer o que quer que minha mãe tivesse preparado no dia anterior, buscar algum objeto ou bicho de pelúcia que me "apetecesse" no dia, me masturbar (às vezes, mais de uma vez) e depois usar o computador o resto da tarde. Na época, ainda não tinha internet liberada (apenas depois da meia-noite, via conexão discada) então ficava jogando jogos em CD mesmo; ou vendo televisão, dependendo do dia.


As minhas parceiras de libidinagem geralmente eram a leoa e a tigresa, que eu frequentemente levava para cama comigo à noite para uma última sessão antes de dormir, que tinha que ser feita com cuidado pois dormia em beliche com meu irmão, e não podia balançar muito a cama nem fazer nenhum tipo de ruído.

Não sei ao certo em que época de 1997 isso ocorreu, mas com certeza foi no inverno, pois lembro que estava muito sol no dia mas não estava tão quente. Cheguei em casa, comi, me despi e comecei a passear pela casa. Já tinha usado o tapete de carneiro alguns dias antes, assim como o tapete de carneiro do banquinho do piano, que era mais macio. Queria alguma coisa diferente, e então me ocorreu a lembrança daquela noite em Serra Negra, 9 anos atrás. Fui até o quarto da minha mãe e ele estava lá, estendido sobre a cama dela, esplendoroso, macio e brilhando ao sol, como se me chamasse. Meu velocino de ouro, meu prêmio máximo. Usar o cobertor da minha mãe seria provavelmente o jeito mais perigoso de me masturbar na casa inteira. Não existia uma única possibilidade de, caso ela descobrisse, a coisa acabar bem pro meu lado, e principalmente, graças à obsessão dela por ordem e limpeza, ela perceberia praticamente qualquer detalhe que estivesse errado.



Normalmente eu teria feito a primeira vez deitando de costas e passando gentilmente o objeto no pênis e escroto, para eventualmente enrolar o pênis com os pêlos e terminar tendo um orgasmo sobre os mesmos, ou passando os pêlos nas laterais da glande (onde a sensibilidade é maior) para depois terminar sem sujar nada (a não ser a mim mesmo).

Porém, no dia, a lembrança daquela noite estava vívida, e eu, agora já ciente do que teria acontecido naquela noite em Serra Negra se eu não tivesse sido interrompido, resolvi dar continuidade à sessão iniciada quase 9 anos atrás.



Me despi e imediatamente me deitei de bruços no cobertor. A sensação era muito interessante - até então eu tinha me masturbado apenas com objetos de dimensões diminutas (tirando o urso rosa) e o tapete da sala tinha uma mesa de centro sobre ele, o que me deixava muito pouco espaço para mobilidade (tinha que deitar sobre ele espremido entre a mesa e o sofá). Mas com o cobertor, eu pude finalmente sentir os pêlos acariciando meu corpo como um todo e, de pernas e braços abertos, como se tentando abraçar o colchão de casal inteiro de uma vez só, eu comecei.

Assim como da primeira vez, e de tantas outras vezes, sempre me surpreendo como os instintos e os hormônios obscurecem nosso julgamento e eliminam nosso bom senso. Eu podia sentir o cobertor acariciando meu corpo, meu pênis e meu escroto, abri bem as pernas e os braços me posicionando de maneira semelhante a um sapo, e não demorou muito tempo até que eu estivesse suando, agarrando o cobertor com as mãos e mordendo um pequeno pedaço com ele, enquanto a sensação do orgasmo crescia entre as pernas, aumentando a sensibilidade e causando uma perda de ritmo e coordenação bem notável.... a sensação entre as pernas foi aumentando, e logo eu estava respirando fundo com a cara apertada contra o cobertor, lançando o produto de uma sessão maravilhosa de prazer próprio, sentindo meu pênis pulsar acomodado entre os pêlos verdes do cobertor e meu abdômen, o coração acelerado, aquela sensação maravilhosa causada pelas endorfinas... e... de repente me ocorreu.

Eu tinha acabado de gozar no cobertor da minha mãe.



Um pânico semelhante àquele que eu senti quando tinha 10 anos de idade se abateu sobre mim. Se naquela época, eu não sabia o que estava acontecendo, e aquilo me assustava - agora eu sabia EXATAMENTE o que tinha acontecido, e aquilo me assustava dez vezes mais.

Levantei do cobertor e olhei o estrago. Uma massa branca e gelatinosa se acumulava bem no meio do cobertor, espalhada pelos movimentos de quadril, sobre um amontoado de pêlos verdes úmidos e grudados.

Eu estava morto. Não havia a menor possibilidade de limpar aquilo de modo a deixar exatamente igual.





Rapidamente levantei, e a velocidade me causou tontura. O orgasmo havia enfraquecido as pernas, e corri até a pia do banheiro onde apanhei um pouco de água com uma das mãos e um pente fino com a outra. Com o pente, tirei o excesso de sêmen da região atingida, e molhei um pouco com a água. Depois peguei uma escova de pentear cachorro (daquelas com cerdas de metal) e passei em toda a região, para separar as cerdas, e deixei o cobertor no sol, para secar a umidade tanto da água quanto do sêmen.


Umas 2 horas depois, voltei ao quarto dela para ver a extensão do estrago. Os pêlos estavam levemente esbranquiçados e grudados - eu sabia que aquilo era facilmente solucionável escovando o pêlo, o que fiz prontamente. O cobertor estava completamente sêco, e os pêlos haviam se desgrudado e separado perfeitamente. Não havia nenhum sinal de que eu havia despejado uma quantidade considerável de sêmen bem no meio dele.

Coloquei o cobertor de volta, dobrando as pontas e deixando o mais esticado possível.

Tanto eu quanto minha mãe dormimos tranquilamente aquela noite. :)

quinta-feira, 31 de março de 2016

Experiências Pessoais - Pt. 4

Boa tarde novamente!

Conforme fui ficando mais velho, cada vez mais eu arriscava usar algum bicho de pelúcia ou objeto peludo para fins "não-convencionais", digamos. Enquanto adolescente, eu era uma bomba de hormônios, e não era incomum da vontade de experimentar algum objeto novo - ou de simplesmente saciar um desejo momentâneo - sobrepujava a razão, o bom senso e o senso de perigo, e lá ia eu novamente, coração a mil, uma ereção nas calças e nenhuma vergonha na cara.






Algumas dessas vezes em que eu me masturbei com algo que não era meu geraram, obviamente, algumas situações bem tensas para mim.
Eu tinha uma prima por parte de pai que tinha quase que a mesma idade que eu, era 1 ano mais velha aproximadamente. Ela fazia aniversário perto da páscoa, e minha mãe aproveitou uma ida ao supermercado Carrefour para comprar um coelho de pelúcia branco, MUITO macio, que ela encontrou por lá, para dar de presente para essa minha prima, visto que o aniversário dela era no dia seguinte.


Aos 13 anos, eu já estava produzindo uma quantidade significativamente grande de semen, e tinha que tomar alguns cuidados ao me masturbar pois o mesmo, em contato com os pêlos, acaba grudando e quando seca, endurece as fibras. Dependendo da quantidade podem surgir manchas amareladas ou alaranjadas nas fibras, que meio que denunciam que algo não-usual ocorreu por ali.

Desde o momento que o coelho foi parar no carrinho, eu fui "acidentalmente" esbarrando nele por todo o percurso dentro do supermercado. No caminho para casa, eu vim com ele no meu colo, e a ereção já estava começando a doer dentro da bermuda. Porém, eu sabia que provavelmente não teria tempo para fazer nada, pois a festa já era no dia seguinte. Então, que pelo menos eu aproveitasse o coelho de uma maneira não-sexual, para compensar.

Chegamos em casa, minha mãe colocou o coelho sobre a cama dela e foi tomar banho. Logo em seguida, se arrumou e foi dar aula na faculdade - uma pequena vitória. Meu irmão, que sempre foi meio viciado em computadores e jogos eletrônicos, imediatamente sentou no computador e começou a jogar. O destino sorriu para mim, o caminho para aproveitar o coelho estava aberto! Disse a ele que iria ao banheiro e que depois ia ver televisão, saí do quarto e fui direto para o quarto da minha mãe, que era uma suíte. Peguei o coelho, entrei no banheiro dela e tranquei a porta. A partir daquele momento, eu tinha todo o tempo do mundo.





Fui experimentando cada parte do coelho com calma, não queria desperdiçar a chance ejaculando em 2 minutos, embora a vontade fosse grande. Cada lado, cada centímetro, e cada textura diferente de pêlo daquele coelho conheceram minhas partes íntimas, em um ritual lento e prazeroso.

Quando já estava no banheiro há mais de uma hora, decidi que era hora de acabar.
Na verdade, eu nunca gostei muito dessa prima. Era uma daquelas garotas chatas e mimadas, e sempre que íamos à casa dela, tínhamos que fazer tudo que ela queria, na hora que ela queria, e do jeito que ela queria. Filha única e acostumada a ter todas as vontades atendidas, não era incomum ela causar um estardalhaço porque alguém tinha ganho dela em algum jogo ou coisa similar.

Peguei o coelho, e depois de mais uma sessão de fricção contra a cara dele, coloquei a glande diretamente sob o rabo dele, e deixei o rio fluir.





Foi um turbilhão de sensações: o orgasmo, o prazer de ter terminado nos pêlos do coelho (na época eu já demonstrava o princípio desse lado), a sensação prazerosa de ter sujado algo daquela garota irritante (algo como um "bem feito, você merece" passou pela minha mente no momento)... seguidos do pânico te ter sujado algo que seria dado de presente no dia seguinte, e o medo de alguém perceber a sujeira que eu tinha feito (que, depois de uma hora "brincando", não havia sido pouca).

Tirei o excesso do sêmen com um pente, deixando apenas a região úmida (eu sabia que aquilo iria acabar endurecendo, mas pelo menos a chance de ficar amarelado era menor). Saí do banheiro discretamente e botei o coelho de volta no lugar dele. Tudo que podia fazer agora era esperar que nem minha mãe - uma das pessoas mais detalhistas que eu já conheci - nem minha prima insuportável reparassem no estrago feito no popô do coelho.



No dia seguinte minha mãe pegou o coelho, botou ele sentado em cima de algumas folhas de celofane, e fez um embrulho como se fosse um saco, sem nem virar o coelho. Vitória na etapa 1. Quando chegamos na casa da minha prima, assim que ela viu o coelho, ela lançou um daqueles gritos ultrassônicos típicos, o agarrou, desembrulhou, abraçou ele, esfregou a cara nele (que até algumas horas atrás se encontrava em contato com minhas partes íntimas), e o levou para o quarto dela, onde ela o botou sentado em uma pilha de outros bichos de pelúcia mais antigos.

Vitória. :)