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segunda-feira, 22 de abril de 2019

REENCONTRO

Às vezes, gosto de passear por sites como mercado livre, OLX e afins apenas para dar uma olhada. É como se fosse a um shopping ver as vitrines - como geralmente estou meio apertado de dinheiro, mesmo trabalhando novamente, olho muito mas compro pouco. E já fazia um bom tempo que não comprava nada "para mim". Para mim, obviamente, no sentido de para uso próprio, sexualmente falando.
E esses dias, recontando para uma pessoa a história do coelho, pensei em ver se encontraria o mesmo para venda, apenas para ver o preço, quanto custaria hoje em dia. Quem sabe, né?

E eis que eu encontrei. Uma versão menor, mas da mesma fabricante.
Preço acessível.
Entrega via sedex.
Preço do frete igualmente acessível.

Comprei.

Minha ansiedade começou no momento que consegui efetuar o pagamento. Poderia finalmente, embora em menor escala, recriar aquela cena de mais de 20 anos atrás? Seria como eu me lembrava?

Os menores não vem com o rabo (peça cobiçada para recriar o "gran finale"), mas a perspectiva de finalmente poder reavivar a memória, sentir novamente o que eu senti naquele dia... Continuei ansioso por coisa de mais 5 ou 6 dias, até que meu aplicativo de rastreio avisou "objeto entregue ao destinatário".

A ansiedade de chegar em casa e "provar" meu novo brinquedo foi aumentando enquanto eu dirigia, e cheguei na garagem do prédio com um considerável volume. Subi com a mochila na mão para esconder a "barraca", caso alguém aparecesse no caminho. Finalmente entrei em casa. Estava sozinho, encontrei a caixa sobre a mesa da sala. Abri ela cuidadosamente com um estilete, aproveitando cada segundo.

Abri, e envolto em celofane transparente, estava ele. Não era branco, era marrom, e menos da metade do tamanho original, mas estava ali, e iria servir perfeitamente.



Levei minha nova amiguinha para o quarto, e rapidamente me despi. Que alívio estar livre das restrições sociais das roupas! Tirei o crachá, camisa, calça social, sapato, meias, e finalmente as roupas íntimas. Afastei o lençol, liguei o ar condicionado, e me deitei com a pequena coelinha marrom na mão.

Comecei cheirando-a. Adoro cheiro de bicho de pelúcia novo. Além de me trazer boas lembranças e nostalgia, me enche de tesão. Alguns ficam excitados com cheiro de carro novo. Eu fico com cheiro de bicho de pelúcia novo, me julguem, rs. A pelúcia macia da barriga e das bochechas acariciou minha cara, e ali eu tive certeza que a jornada seria maravilhosa.

Levei-a de encontro ao meu saco, e gentilmente acariciei fazendo movimentos para cima e para baixo. Nessa altura meu pau já estava completamente rígido, pulsando levemente conforme o ritmo da minha pulsação. Levei-a de encontro a ele, e ainda mantendo a glande coberta pelo prepúcio, a fiz abraçar meu membro, como se ela houvesse encontrado um amigo que há muito não via, e segurando suas patinhas ao redor dele, fiz com que ela abaixasse o prepúcio e voltasse a cobrir a glande.

Em seguida, coloquei o pau entre seus pequenos braços e pernas, com o ventre do membro encostado em sua barriguinha branca e pura. Pude sentir a pelúcia aquecendo meu pau duro. Novamente fiz movimentos para cima e para baixo, como se ela estivesse tentando escalá-lo ou estivesse montada em um touro mecânico. Podia sentir, conforme ela ia para baixo, a pelúcia branca da bundinha dela roçando contra meus testículos. E isso me deixava com ainda mais tesão.

Após alguns minutos aproveitando aquela sensação, decidi que era hora de explorar um pouco mais. Sacando a cabeça dele para fora, esfreguei-a nas bochechas peludas e brancas, e em seguida no focinho todo. Precisava mostrar que ela era agora propriedade minha, deixar minha marca nela.
Deixei a glande exposta por um minuto ou dois. Aprendi ao longo desses 25 anos que quando a glande fica ressecada após ter o prepúcio puxado, a sensibilidade para pêlos aumenta bastante.

Com a cabeça dele sequinha, parti finalmente para o prato principal. Comecei experimentando as pernas e as costas, esfregando meu pau contra os pêlos. Entrei em êxtase, foi como se um rio de memórias voltasse a fluir em minha mente. Continuei por mais alguns minutos, estimulando primeiro o lado direito, onde tenho um pouco menos de sensibilidade, por algum motivo. Isso nem de longe é uma coisa ruim. Se toda a glande fosse sensível como é do lado esquerdo, eu não conseguiria fazer metade das coisas que faço, acabaria tudo muito rápido. :) Fui esfregando a parte de fora da perna da coelha, lentamente girando-a, esfregando depois em suas costas e por fim na outra perna. Depois foi a vez do lado esquerdo. A sensação é bem mais forte ali, dá uma sensação estranha e deliciosa por dentro do pau e do saco. Fiz o processo contrário, rotacionando lentamente até chegar na primeira perna. Repeti mais algumas vezes, e depois puxei o prepúcio bem para trás para expor completamente a glande com uma mão enquanto esfregava a danadinha nele com a outra. Também descobri há alguns anos que quando puxo o prepúcio para baixo, tensionando a mucosa da glande para trás, a sensibilidade aumenta mais ainda. Conseguir um orgasmo assim é trabalhoso, requer uma boa coordenação motora e concentração, pois a sensação é tão forte que chega a desconcentrar. Além disso, se o orgasmo não acontecer logo, existe a chance de acabar causando queimaduras de atrito. Já tive queimaduras de atrito na cabeça dele anteriormente por 2 vezes, e não pretendo ter uma terceira vez.


Senti que estava me aproximando do orgasmo, mas costumo demorar um pouco para gozar. Então passei para a sobremesa, a melhor parte - a barriga e a parte interna das pernas. Segurando-a pelo pequeno quadril, lentamente encaixei-a de cima para baixo em meu pau, sentindo não só a pelúcia das pernas acariciando as duas laterais do pênis e da glande ao mesmo tempo, mas a pelúcia branca da barriga dela acariciando e aquecendo a parte de cima da glande. Eu estava no paraíso. A segurei com as duas mãos e comecei a subi-la e descê-la rapidamente. Depois, segurei ela no lugar e comecei a fazer o movimento com o quadril, metendo o pau, esfregando-o na sua barriguinha alva até a cabeça dele bater em seu focinho. A sensação do orgasmo iminente começou a aumentar cada vez mais. Pensei em puxar a pele e continuar esfregando desse jeito, e gozar naquela barriguinha branca, mas a primeira vez deveria ter um final digno do "aniversário" de 25 anos da história do coelho. Ao sentir que não conseguiria mais segurar, rapidamente apoiei a ponta do pau na bundinha branca dela, e deixei a porra sair.

Eu era, novamente, um garoto de 12 anos. Os 2 primeiros jatos atingiram em cheio, quase escapando por conta do ângulo irregular, resultado do manuseio frenético do corpo do pênis para atingir o orgasmo. Os outros jatos - foram vários, fazia tempo que não gozava tão bem assim! - atingiram uma área que rapidamente ficou saturada com o sêmen, e começaram a escorrer pela glande e pelo corpo do pênis, acabando por se depositar na região pubiana.


Continuei lá, deitado, ectasiado, sentindo o sêmen saindo de mim, os testículos bombeando material, a próstata se contraindo, a porra escorrendo pelo pau, sujando minha mão... quase dormi. Depois de algum tempo, levantei para me limpar - e limpar minha nova amiguinha! - ainda zonzo, cambaleante, enebriado com aquelas sensações. Eu tinha certeza que, dali a alguns dias, quando tivesse acumulado mais uma boa quantidade de porra na próstata, a barriguinha branca dela seria a próxima vítima, e dessa vez, iria fazer no modo extremo - pele puxada para trás, sentindo tudo com 2x mais potência. :)

domingo, 1 de janeiro de 2017

No Metrô

AVISO: Essa história é ficção. Eu não faria algo do tipo, muito menos apóio quem faz. Escrevi a história apenas por conta do fetiche. Além disso, a situação é tão verídica quanto qualquer outra que você pudesse assistir em uma novela da Globo.

Era uma tarde fria de inverno e eu havia entrado no metrô duas estações atrás. Por conta do horário, já sabia que seria impossível arrumar um lugar para sentar. Fazia ali minha jornada diária do trabalho para a casa, a cabeça exausta, os pés doendo, sendo lentamente esmagado pela multidão que entrava no metrô a caminho de casa. Tal qual um organismo vivo, o vagão parecia respirar gente. Abriam-se as portas, expirava uma pequena multidão, inspirava outra. Quando referem-se à cidades como "organismos vivos", tenho certeza de que é a esse tipo de coisa que se referem.

A composição já se deslocava lentamente, se aproximando a hora de mais uma respiração. Foi quando eu a vi, parada, olhando para o celular, fone de ouvido sumindo sob o cabelo longo castanho.


O metrô parou com a porta próxima a mim exatamente na sua frente, como se ela fosse algum tipo de princesa suburbana, e o vagão, sua carruagem. Ela entrou, olhos sempre para baixo, mirando na tela do celular, sem dar muita atenção para nada que estivesse acontecendo ao seu redor. Tendo fetiche por casaco de peles há anos, desde não lembro quando, não pude deixar de notá-la, e meus olhos não saíam dela. Tive um pouco de medo de que ela percebesse que eu estava olhando fixamente para ela, mas acho que uma garota que se veste com um casaco desses acaba acostumando com todo tipo de olhares por onde passa.

Qual foi a minha surpresa quando ela parou bem na minha frente e se virou de costas, na direção da porta. Eu não podia acreditar, porquê, entre todas as pessoas do metrô, justo na minha frente? A mera visão do casaco já tinha sido suficiente para iniciar uma ereção nas minhas calças, que incomodava conforme se forçava contra o zíper e a fivela do cinto. Agora, sentindo os pêlos do casaco contra meu braço, seu cheiro, o perfume da garota... era demais. Meu pau estava duro como uma pedra, o volume forçando a calça para a frente. Por ironia do destino, o volume perdia-se no meio dos pêlos, sendo impossível alguém notar.

O metrô voltou a andar de novo, fazendo com que ela roçasse suavemente seu casaco em meu braço, e a sensação foi um misto de paraíso e inferno. Eu estava perdendo o juízo, eu tinha que fazer alguma coisa. Em minha cabeça doente, regada de hormônios, os pensamentos voavam. Aquilo não podia ser uma coincidência. Eu tinha que aproveitar a chance.



Se há uma coisa de bom nesse vício social que são os smartphones hoje em dia, é a total ausência de percepção que eles criam nas pessoas. É como se o usuário saísse da realidade e ficasse travado naquela pequena telinha colorida. Ao meu redor, pessoas dormiam, pessoas jogavam, pessoas liam notícias nos seus smartphones - mas pouca gente prestava atenção. Inclusive a garota na minha frente, ainda perdida entre mensagens de whatsapp e alguma fase do Candy Crush. Lentamente subi a mão que não estava usando para me segurar no vagão e abri o zíper da calça, a ansiedade de sentir aqueles pêlos me consumindo. Abaixei um pouco o elástico da cueca e meu pau saltou para fora da braguilha como uma lança, aterrisando justamente na região do casaco que cobria o quadril da garota. A descarga de adrenalina percorreu meu corpo como uma corrente elétrica. Eu tinha conseguido, eu tinha feito! Eu havia tocado o casaco dela com meu pau em público, e ninguém havia notado!!

Qualquer pessoa com um mínimo de bom senso não teria feito isso. O risco era muito grande - com os frequentes assédios nos vagões de metrô, eu poderia ser levado pelas autoridades, e existia até o risco de ser linchado dentro do vagão, caso algum valentão resolvesse fazer justiça com as próprias mãos. Eu não sou uma pessoa alta nem tão pouco preparada para esse tipo de situação. Se o vagão estivesse aberto, eu poderia correr, me misturar à multidão... mas em um vagão fechado seria uma sentença de morte.



Qualquer pessoa que tivesse feito isso mas que tivesse um mínimo de cérebro ainda funcionando teria esfregado o pau no casaco dela e imediatamente guardado-o de volta nas calças, sem que ninguém notasse. Mas não eu. A adrenalina e a ansiedade tiraram qualquer resquício de pensamento racional que eu pudesse ter naquele momento. Meu pau descansava suavemente sobre a nádega esquerda coberta de pêlos longos daquela garota, sem que ninguém notasse. Eu não sabia a hora que ela desceria do vagão, e se fosse de maneira súbita, era capaz de me deixar com o pau de fora no meio do metrô, vulnerável. Mas eu não me importava. Lentamente cheguei um pouco mais perto. Com minha mão, sempre tomando cuidado para não tocá-la de maneira brusca ou pesada, eu segurava a base do pau e mexia-o lateralmente, passeando por toda a extensão da bunda da garota, melando algumas fibras do seu casaco com meu pre-cum.

Tomei um pouco mais de coragem (ou perdi toda e qualquer noção que eu pudesse ainda ter) e comecei a lentamente empurrar o quadril para frente e para trás. Meu pau cavava um verdadeiro vale no meio dos pêlos, deixando uma marca nítida por conta do pre cum. O movimento de acelera e para do metrô me ajudava a, vez ou outra, ir me encaixando cada vez melhor entre as nádegas da garota, até que a posição ficou perfeita. Eu estava posicionado simetricamente entre as nádegas dela, que havia desequilibrado e dado um passo em falso, para meu deleite. Eu era capaz de sentir cada fibra daqueles dois montes perfeitos e redondos, cobertos de pêlos, quando roçava nela.

A adrenalina logo cobrou seu preço e minha respiração começou a sair de compasso. Eu tinha que acabar logo, tinha que gozar no casaco dela, para não perder a oportunidade da minha vida. O risco era muito alto, mas naquela situação eu não queria saber de risco algum, tudo que eu queria é que aquela viagem de metrô durasse para sempre. Minha estação estava se aproximando, apenas mais 3 estações e era eu quem tinha que ir embora. O metrô já estava começando a ficar um pouco mais vazio e eu tinha medo que ela se afastasse de mim para ficar em uma posição mais confortável, mas ela continuava ali, estática, jogando seu joguinho, com meu pau entre suas nádegas, sem perceber.


O metrô parou de novo, uma senhora acima do peso entrou e acabou empurrando-a contra meu pau, e foi demais para mim. Eu sentia meu pau pulsando, os jatos saindo da cabeça carinhosamente acomodada naquele mar de pêlos macios, lentamente arruinando tudo, deixando minha marca naquela perfeição deliciosa, e ninguém percebia nada. Minha respiração havia se tornado impossível de controlar, o metrô avançava rápido em direção da próxima estação, diminuindo a velocidade, e eu acabei me distraindo e fui traído pelo meu corpo, soltando uma respirada curta e intensa bem no cangote dela.

"-D-desculpe..." ...e tentei disfarçar, limpando o nariz, como se tivesse espirrado de alguma maneira bizarra, enquanto com a minha mão, trêmula, passava a ponta do pau uma última vez sobre o casaco dela antes de guardá-lo de volta em minhas calças.

"-Não tem pelo que se desculpar" ela disse, com um sorriso, a porta do metrô abriu, e lá se foi ela, com minha marca no casaco dela, sempre jogando, subindo as escadas rolantes em direção a sabe-se-lá onde. Parou uma última vez e acenou para mim enquanto desaparecia em sua lenta ascensão até o próximo piso.

Haviam já lugares vagos próximos a mim quando ela saiu, e eu sentei, ofegante. Conforme a adrenalina começou a baixar, uma série de pensamentos e idéias começaram a se associar na minha cabeça. Poderia, claro, ser apenas alguma insensatez minha, oriunda do momento e dos hormônios do momento. Mas a frase "não tem pelo que se desculpar", o sorriso, o aceno... o fato dela continuar em frente a mim, mesmo quando haviam lugares pelo resto do vagão... ela ter descido assim que eu gozei nela, uma estação antes da minha próxima descida... até hoje tenho a sensação de que não só ela sabia o que estava acontecendo mas estava gostando, e talvez tivesse entrado no metrô com a intenção de provocar alguém a fazer aquilo.

E tal qual uma criatura mítica, nunca mais a vi novamente.


sábado, 5 de novembro de 2016

domingo, 28 de agosto de 2016

O quarto trancado - Pt 1

Eu tinha 19 anos e ainda vivia em casa quando a irmã mais nova da minha mãe se divorciou do marido, o médico, ela o apanhara com a mão na massa vezes demais. Ela certamente tinha os meios para alugar um apartamento próprio mas as ameaças veladas fizeram-na aceitar o convite para ficar conosco com facilidade e ela fez a sua mudança para um quarto grande extra na parte de cima da casa. Sua coleção de casacos de pele era bem conhecida por mim pois eu já tinha conseguido acariciar alguns nas festas de fim de ano mas nunca tive a oportunidade de passar um tempo sozinho com eles. Meu amor por casacos de pele pode ter até começado com as memórias de seus abraços macios e prefumes caros quando eu era criança mas eu não poderia dizer com certeza, tudo que eu sei é que é que sempre que eu estou perto de um casaco de pele ou acessório de qualquer tipo eu pareço perder o controle, eu fico com um sentimento engraçado no meu estômago e sinto a vontade sobrepujante de tocar os pêlos com meus genitais, e é claro fazer amor com aquilo! Minhas experiências com peles até agora se consistiam em algumas peles de coelho grandes de um mercado de pulgas e uma estola macia de mink marrom que eu economizei e comprei em uma loja de penhores, você podia ver minhas mãos tremendo quando eu paguei pelo meu prêmio! E apesar de eu tomar muito cuidado com minha mink ela começou a se descosturar quase imediatamente, causando grande preocupação e tristeza, e foi quando a tia Karen se mudou.


















































Minha tia tinha o hábito de trancar a porta quando ela saía, sempre desconfiada por conta do divórcio ela dizia mas eu suspeitava que ela sentia algo sobre mim mesmo se ela não pudesse apontar o dedo, digamos que ela tinha um palpite, e como ela estava certa. Tudo que eu podia pensar era no seu magnífico casaco de pele de raposa cinza, perfeito, como o das estrelas de cinema, cada pele um trabalho de arte. Até esse dia eu ainda dificilmente acredito que um casaco de tamanha perfeição exista, foi um presente de seu marido comprado na Escandinávia depois de uma de suas separações, eu até ouvi falar que eles selecionaram as peles em uma fazenda de raposas. Eu só havia o visto algumas vezes e até então apenas brevemente, mas é o tipo de vestimenta que deixa uma impressão duradoura e muitas noites foram passadas no meu quarto usando uma pele de coelho enquanto eu me imaginava fodendo aquele casaco, e agora ele estava logo no final do corredor.



O Dia de Ação de Graças chegou com o frio que faz nós (amantes de pele) fiquemos mais ativos e meus pais, junto com Karen, estavam indo visitar minha avó idosa em Ohio, a dois estados de distância. Eu fui convidado mas pude notar que eles se sentiram aliviados quando eu recusei, eu só atrapalharia na casa pequena da vovó e, além disso, eles gostam de ter alguém tomando conta da casa quando viajam. E eu tinha planos próprios, é claro.



Mesmo enquanto eles estavam fazendo as malas eu comecei a sentir coisas acontecendo na minha região púbica, não bem uma ereção mas uma ansiedade, como se meu pau soubesse que algo grande estava para acontecer. Eu estava prestes a ter 4 dias sozinho em casa e eu iria fazer valer, aquele casaco enorme de raposa seria minha vítima, minha presa, ela iria pagar por todas aquelas noites sem sono, eu ia foder cada centímetro daquela beleza!





Assim que o carro fez a volta no quarteirão, eu entrei em ação, a tábua onde todas as chaves da casa ficavam estava na despensa e eu fui direto para lá. Tinha um chaveiro familiar em um dos ganchos mas eu reconheci todas as chaves que estavam nele. Pense! Onde eles iriam guardar uma chave de um quarto reserva se eles não quisessem que eu achasse? Meu deus eu pensei conforme a idéia ocorreu de que eles pudessem ter levado a chave com eles, era uma porta de carvalho de seis painéis com um trinco e não tinha nenhum outro jeito de entrar! Pense!!! Então me veio um flash na minha mente que eu uma vez havia visto um par de chaves que eu não conhecia na caixa de jóias da minha mãe um dia quando eu estava procurando por trocados, e eu corri escadaria a cima. Eureka! Haviam 3 chaves idênticas em um anel e eu fui direto para a porta trancada. A primeira chave que eu tentei entrou no trinco facilmente e conforme eu girei o miolo, ele estalou e eu estava dentro. Só que eu não entrei direto, eu fiquei lá com a porta parcialmente aberta e bebi aquele aroma de mulher rica, perfume, um pouco de spray de cabelo, e pele, sim pele, eu posia cheirar o casaco, eu juro! Eu tremi um pouco conforme eu recuei pelo corredor e fui para meu quarto para tomar banho e me arrumar. Eu tinha esperado tanto tempo para foder aquele casaco, e eu ia fazer isso do jeito certo, eu estava determinado a estar limpo e perfeito quando eu finalmente montasse no meu prêmio, eu tinha 4 dias inteiros e eu ia aproveitar a experiência ao máximo.



Eu estava completamente limpo e barbeado quando eu voltei ao quarto dela, meu pau já antecipando o que se provaria ser uma foda que eu para sempre lembraria. Eu fui forçado a carregar alguns lenços de papel para limpar um contínuo e lento fluxo de pre-cum para não manchar o carpete. O quarto estava escuro mas navegável, bem do jeito que eu queria, eu queria ver o que eu estaria fodendo esta manhã. A cama dela não estava feita, eu pude dizer que ela só tinha puxado o edredom para endireitá-lo e minhas atividades na cama dela nunca seriam notadas. O armário dela era um closet e eu imediatamente avistei minha amante pendurada na frente em toda sua glória sedosa. Isso aconteceu há alguns anos atrás mas eu ainda tenho uma ereção até hoje quando eu me lembro daquele casaco, era o casaco de pele de raposa mais lindo jamais feito, e estava praticamente implorando por um pau duro. O peleiro que o fez deve ter sido um dos nossos considerando a gola enorme de pele que se transformava em uma lapela grande e espessa e mangas gigantescas de pele, ele deve ter fodido ela várias vezes antes de entregar, nenhum homem poderia resistir à sua sensualidade e poder, ela foi criada para satisfazer paus duros! Eu esfreguei as mãos lentamente para cima e para baixo nas laterais sentindo a maravilha do pêlo denso e estava igualmente maravilhado pelo peso do casaco quando o levantei, e instintivamente afundei meu nariz na grande gola arredondada para beber sua essência. E eu não me desapontei, ela estava bem perfumada, eu estava no paraíso!



Na cama eu finalmente fiz o primeiro contato do meu pau nas peles macias e automaticamente comecei a pistonar nela, mais lento, não tão rápido, vá co mais calma eu disse a mim mesmo de novo e de novo mas não adiantava. Eu dobrei uma lapela sobre a outra para criar um monte massivo de pele de raposa perfeita e enfiei meu pau duro como pedra fundo nos pêlos macios, empurrei meus braços sob ela acomodando a gola massiva conforme eu veijava e gentilmente aspirava o doce cheiro do pêlo enquanto emitia estranhos ruídos animais como nunca antes. O grande casaco de raposa e eu nos tornamos um só conforme eu furiosamente metia nela do jeito que ela merecia, suas mangas esticadas e balançando dos lados com cada metida brutal, eu podia ver a sombra de meu próprio quadril na parede conforme eu bombava dentro daquela coisa adorável tentando duro fazer aquele momento durar, mas acabou rápido demais, eu expus meus dentes e arqueei o corpo para trás com um rosnado imenso enquanto despejava minha semente fundo dentro daquela cara beleza de novo e de novo sem me importar em como eu iria explicar minhas ações. Depois do que pareceu uma eternidade eu finalmente caí sobre minha amante macia, totalmente exausto mas mais feliz do que eu jamais julguei possível. Aquele dia selou meu destino como um caçador de acessórios de pele pelo resto da vida, eu me tornei um verdadeiro amante de pêlos dali em diante.






Depois de alguns momentos eu examinei os danos e fiquei surpreso pelo fato do pêlo ser tão denso que eu não tinha nem manchado o couro, e com um tecido umedecido com água eu fui capaz de remover a maior parte do semen, que era muito! Eu estava confiante de que eu poderia secar a área remanescente com um secador de cabelos e deixar tudo com pouquíssima evidência para mostrar, mas enquanto isso eu tive outra ereção. Eu aprenderia isso ao longo dos anos, o simples fato de limpar o pêlo e dizer o quanto eu a amava já me deixou duro para montar na minha amante uma segunda vez. Desta vez eu diminuí a intensidade, me abrigando dentro dos pêlos e dizendo o quanto eu a amava antes de ejacular uma segunda vez nas peles. O orgasmo foi quase tão bom quanto o primeiro mas com muito menos sujeira e então o dia continuou. Eu meio que perdi a conta mas acho que gozei nela umas sete vezes antes da noite cair, quando eu finalmente puxei a coberta sobre nós dois e dormi o sono de um homem realmetne satisfeito. De manhã eu investigaria o resto do quarto mas agora eu estava em um céu maravilhoso de peles com minha amante ao meu lado.



Eu acordei cedo de manhã mas ainda sentindo os resultados da última noite com minha amada raposa cinza e eu me aconcheguei nela uma vez mais na suave luz da manhã, e naturalmente meu pau respondeu saudavelmente e eu estava duro de novo em alguns minutos. Durante toda a noite eu tinha tomado minha amada como um homem fode uma mulher, eu no topo dela e metendo na sua maciez mas esta manhã eu tentei uma tática diferente, e eu deitei de costas puxando o enorme casaco sobre mim. Que sensação maravilhosa ser completamente envelopado naquelas peles de raposa com cheiro tão doce conforme eu mexia o casaco para cima e para baixo por toda extensão do meu corpo. Quando eu atingi o ponto sem retorno eu deslizei o casaco para baixo e com ambas as mãos eu enrolei a gola enorme em volta do meu membro esfomeado, e lentamente eu esfreguei aquele pêlo denso para cima e para baixo pelo meu pau sempre aumentando em um ritmo voraz de metidas famintas, meu quadril indo para cima e para baixo no mesmo ritmo, fodendo aquela gola maravilhosa de peles exatamente aonde a bochecha encontra a maciez até que eu literalmente esguichei um enorme jato branco através dos pêlos e diretamente sobre meu peito, com uma gota grande atingindo meu queixo. Eu já tinha visto meu pau esguichar em várias ocasiões, mas nada como isso, foi épico!





Continua...

sábado, 27 de agosto de 2016

ACESSÓRIOS ON-LINE

Boa tarde!

Acabei achando esses dias uma loja de acessórios bem interessante on-line.
O preço é bem caro, pois está em Euros (a loja é na Alemanha), mas tem alguns produtos bem interessantes.

Link para a loja: http://furotic.de/index.php?

Alguns dos produtos:

Anel Peniano em pele de raposa:

Anel Peniano em pele de Mink:

 Tubo para masturbação em pele de Mink:

Anel Peniano em pele de Raposa, cinza:

Luva para massagem, Mink: 

Lingiere, Mink:

Tubo para masturbação, pêlo de Nutria:

Luva de massagem, Mink:

E para acabar, tubo de masturbação, raposa. É o tipo de coisa que a gente bate o olho e pensa "PRECISO DISSO". Vou começar a juntar as moedinhas. :)

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Como "Sair do Armário"?

Boa tarde!


Todos nós temos alguma coisa que não gostaríamos que o público em geral soubesse abertamente. Seja porque poderia criar perguntas complicadas de responder, por não se sentir confortável que outros penetrem tão fundo na sua intimidade, ou seja lá qual for o motivo, a verdade é que, uma hora ou outra, sofremos todos o risco de sermos descobertos. Neste momento, surge a dúvida: devo contar? Seria abrir o jogo uma alternativa melhor do que deixar a (ou as) pessoa (s) descobrir (em) por conta própria? E se sim, como fazê-lo?



Devo ressaltar que estes são as -minhas- opiniões sobre o assunto. Caso você não se sinta confortável com as coisas que eu sugiro, não siga! Tome seu próprio tempo, pondere, e decida sobre o melhor caminho a seguir na sua situação. Cada caso é um caso, sempre.

1) A abordagem direta:
Algumas pessoas são mais seguras de si mesmas, ou possuem uma coragem maior para abordar o assunto de frente. Chegar para um familiar, relacionamento afetivo, ou amigo e admitir abertamente "eu tenho um fetiche" nunca é uma tarefa fácil, e inclui sim seus riscos - que falaremos no final do post. Quando os fetiches são mais conhecidos, como Sadomaso, Podolatria e afins, geralmente as reações são mistas, mas tendendo ao positivo - a maioria das pessoas pode começar a te tratar de uma maneira um pouco diferente e farão algumas piadas de vez em quando, mas dificilmente algo como podolatria vai acabar com um relacionamento. Fetiche por casacos de pele é um pouco mais complicado pois ele está intimamente associado - pelo menos na internet, entre os "produtores de material", digamos - ao sadomaso e a transsexuais. Isso pode gerar uma série de associações e perguntas que algumas pessoas podem achar desconfortáveis. Além disso, temos o lado emocional - muitas pessoas não apreciam vestimentas que usam pele por considerá-las moralmente e eticamente descabidas, digamos. Se você tem uma namorada que é participante de ONGs de defesa de direitos dos animais, provavelmente não é uma boa idéia contar a ela sobre seu fetiche. Quando uma idéia vai tão de encontro ao que a outra pessoa acha fundamental, as reações são geralmente violentas e imprevisíveis. Dificilmente um relacionamento desses continuaria depois de tal revelação, restando portanto 2 opções mais lógicas: terminar o namoro antes de contar, ou abandonar o fetiche e buscar outra coisa que o excite.



2) Abordagem discreta:
Dependendo do caso, convém abordar o caso de maneira discreta, apresentando o assunto aos poucos, com cuidado, a analisando a reação das pessoas. Ao se obter uma reação negativa ou caso perguntas desconfortáveis começarem a surgir, pode-se optar por continuar apresentando o assunto explicando melhor ou interromper. Essa geralmente é a melhor opção para se abrir dentro de um relacionamento ou com amigos. O ideal é sempre tentar se abrir sobre o fetiche de uma maneira mais leve, e trazendo à tona a impressão que não é algo do outro mundo, evitando ao máximo fazer alarde. Além disso, se possível, tente fazer com que o primeiro contato da pessoa com o fetiche não seja associado à algo negativo, e sim algo positivo. Desta maneira, quando a pessoa lembrar do fetiche, não o associará de imediato a algo negativo no futuro. Esteja também sempre pronto a responder as diversas perguntas que podem aparecer de maneira aberta. Para isso, estude um pouco sobre o assunto do fetiche. É sempre bom e você provavelmente descobrirá coisas interessantes que provavelmente não pensaria pr conta própria, ou demoraria muito tempo para descobrir sozinho. :)



3) Abordagem surpresa:
Algumas pessoas preferem apresentar o fetiche de maneira "surpresa", já no meio da relação. A recepção para certos fetiches, dependendo da maneira como são apresentados, pode ser bem melhor durante o sexo, pois a pessoa já está sexualmente receptiva e pode acabar topando - e gostando - por já estar no meio da coisa. Além disso, a primeira impressão, caso dê tudo certo, vai ser muito boa. Porém, se a recepção for ruim, pode por tudo a perder, pois a resposta negativa pode ser amplificada. É uma manobra arriscada.


4) Abordagem Acidental:
Não é muito frequente, mas é uma possibilidade. Consiste em criar uma situação onde a pessoa descubra por conta própria, de maneira "acidental". É muito melhor do que a pessoa descobrir de maneira acidental sem você estar preparado, pois a adrenalina e a vergonha do momento podem levar você a tomar atitudes inadequadas. Pode funcionar bem com pessoas reconhecidamente mais compreensivas, caso você não tenha coragem de abordá-las de frente.



Lembre-se que a informação é sempre melhor do que deixar a pessoa pesquisar coisas por conta própria. Na internet, hoje em dia, existem diversos sites sobre os mais variados assuntos, e nem sempre os mesmos são abordados de uma maneira amigável para os leigos. Muitas pessoas mais tímidas/religiosas/conservadoras, que poderiam ser familiarizadas com uma abordagem mais delicada, podem se afastar completamente ao pesquisarem por conta própria em sites como Xtube ou Xvideos, pela alta quantidade de fetiches associados aos casacos de pele, especialmente com natureza mais gráfica e/ou chocante, como vídeos de Dominatrix.

O lado positivo de se abrir com relação ao fetiche, na minha opinião, é primeiramente a paz de espírito. Manter um segredo de sua família e entes queridos pode ser extremamente desgastante. O risco constante de ser descoberto e de obter uma reação negativa pode gerar crises de ansiedade, irritabilidade, e semelhantes. Manter o segredo como segredo pode ser pior do que expor o segredo, acredite. Em segundo lugar, é muito bom poder enfim realizar aquelas fantasias sexuais que tanto se imagina.








Porém, tudo possui uma margem de risco, como foi dito mais acima. Especialmente quando se é mais novo, ser descoberto pela família, especialmente por uma mais conservadora, pode causar uma série de problemas, desde proibições de contato com o objeto do fetiche, a visitas a psicólogos e psiquiatras, até, em casos mais graves, visitas à igrejas/templos para falar com o sacerdote/pastor local, para "tirar o demônio da luxúria do corpo". Ser descoberto por amigos/as pode implicar em bullying, brincadeiras de mal gosto em horas inapropriadas, e situações semelhantes. E ser descoberto pelo/a companheiro/a pode gerar algumas situações constrangedoras também, e dependendo do caso, pode colocar a relação em risco. Algumas pessoas não tem o preparo mental necessário para aceitar coisas mais "fora da rotina" e esse choque pode, sim, colocar a relação em cheque. Pode parecer algo sem sentido e fútil terminar uma relação por causa de algo que nós consideramos tão banal, mas temos que entender que a outra pessoa pode não receber essa informação como algo "banal".



Qualquer dúvida, estou aberto à perguntas. :)

Obrigado!

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Experiências Pessoais - Pt. 7

Boa tarde novamente. :)

Continuando as peripécias com o cobertor, por volta de 2000 nos mudamos do apartamento no canal 5 para um próximo à Conselheiro Nébias. Minha vida ficou bem conturbada nessa época por conta da mudança, pois saí de uma escola onde fiquei 12 anos e onde estavam absolutamente todas as pessoas (amigos ou não) que eu conhecia minha vida inteira e fui terminar o último ano de estudo em outra escola, onde não conhecia ninguém. Além disso, anos depois, descobri que eu poderia ter ficado no Colégio onde eu estudava por lei, pois o colégio era obrigado a me fornecer a bolsa para eu encerrar os estudos. Porém, descobri ainda mais anos depois que minha mãe não entrou com esse simples requerimento por orgulho próprio, pois ela havia sido demitida após brigar com a coordenadora dela, e ela não quis deixar nenhum dos filhos na escola por decisão própria (sem nem nos consultar).



Por conta do stress da mudança, as minhas sessões de masturbação aumentaram consideravelmente de frequência. Nessa época eu me masturbava uma média de 2x por dia, geralmente com a leoa. Uma vez no banheiro, durante a tarde, e outra de noite, antes de dormir. Os procedimentos para isso eram os mesmos: Deixava ela no cesto de roupas ou dentro do armário do banheiro, ou então embaixo do colchão.

Por conta da frequência maior de uso, a leoa precisava de higienização mais frequente. Quando possível, eu a lavava eu mesmo dentro do banheiro, quando não tinha ninguém em casa, com xampu, condicionador e sabonete (o que deixava ela muito cheirosa e macia, diga-se de passagem, rs). Depois eu a deixava secando com vento indireto de um secador de cabelos, que resolvia o problema da umidade em cerca de 1 hora. Nessa época eu tinha bem mais tempo sozinho em casa, pois minha mãe trabalhava praticamente todos os dias fora de casa, e meu irmão passou a estudar no Stella Maris, onde ele tinha aulas à tarde praticamente todos os dias também.



Isso durou por aproximadamente 5 meses (de fevereiro a junho), pois do meio para o final do ano eu comecei a fazer cursinho à tarde e não tinha mais nenhuma tarde livre. Foi outro momento MUITO estressante na minha vida, onde eu quase cometi suicídio me jogando do 4º andar, mas isso não vem ao caso. Não sei se a redução na frequência de masturbação (que estava muito alta) teve algo a ver com isso.

O fato digno de nota é que nesta época, minha mãe e meu irmão foram viajar em julho, e eu não pude ir pois estava correndo para completar o curso de inglês no modo avançado. Para economizar um semestre, preferi ficar em Santos ao invés de ir viajar e fazer um intensivão de conversação, tendo aulas todos os dias de noite, para conseguir os créditos que faltavam para concluir o curso.


Agora vem uma pergunta de resposta óbvia: o que um adolescente de 18 anos faz quando tem DUAS SEMANAS INTEIRAS sozinho em casa? Especialmente se ele é quase que patologicamente tímido e acabou sendo afastado de suas amizades por conta da mudança de colégio? Sim, ele se masturba. MUITO.

Nestas 2 semanas, eu considerei a casa como meu reduto particular. Peguei todos os bichos de pelúcia que com os quais eu mantinha relações e deixei-os em cima da escrivaninha e da cama, completamente à vista. Andava pelado pela casa inteira, frequentemente com esses bichos, levando-os para qualquer cômodo que eu fosse. Me masturbei em todos os lugares da casa - sala, cozinha, área de serviço, escritório, quarto da minha mãe, banheiro da minha mãe... um dia até experimentei manter relações com a minha leoa nas escadarias do prédio. Sem ninguém por perto, não haviam limites.

Mas... havia um limite. Eu mesmo. Ou melhor, meu corpo.


Até onde meu corpo permitiria que eu fosse?

Não havia melhor momento para responder aquela pergunta do que aquele.

Levei o cobertor da minha mãe para o meu quarto e o coloquei em minha cama. Decidi que naquela noite, eu me masturbaria em sequência até não conseguir mais. Peguei todas as minhas parceiras sexuais de pelúcia e deixei de prontidão. Decidi que para aquela tarefa hercúlea, a leoa era a mais merecedora de me acompanhar, pois havia sido a mais fiel até então, e a primeira de todas. Nada mais justo.

Comecei me masturbando com o cobertor, e quando achei propício, penetrei a leoa e parti para a primeira vez. Estando completamente sozinho, assistindo pornografia (de má qualidade) no Multishow na TV do quarto com volume alto, e com minha leoa, o primeiro orgasmo não demorou muito.



Eu já havia me masturbado duas vezes seguidas antes, e sabia que o segundo orgasmo demorava muito mais para acontecer do que o primeiro. Se o primeiro levava de 5 a 10 minutos, o segundo levaria uma hora, se eu conseguisse manter a ereção, evitando a "brochada biológica" que acontece naturalmente depois do orgasmo.

Como era de se esperar, o segundo orgasmo demorou bem mais para vir, mas não tanto quanto normalmente levava.

Consegui manter a ereção para começar a terceira sessão logo depois da segunda, mas durante a terceira, a brochada biológica chegou, e precisei me estimular bastante para que ela voltasse e eu completasse a sessão.

Depois do terceiro orgasmo, a leoa já estava fazendo um som de pano úmido (semelhante ao som de um pano quando é lavado no tanque, à mão), então agradeci a ela e continuei com o cobertor. O quarto orgasmo demorou quase uma hora de masturbação intensa para acontecer, mas veio. A quantidade de sêmen diminuía exponencialmente, como era de se esperar - com 18 anos eu já não produzia mais tanto quanto com 13-14 anos, provavelmente pelo excesso de masturbação diário, e eu já tinha percebido que se eu ficasse alguns dias sem me masturbar a quantidade de sêmen aumentava consideravelmente (embora não chegasse a ser o que era quando eu era mais novo).


O quinto orgasmo veio completamente seco, após mais uma hora. Havia esvaziado completamente a próstata, as contrações no pênis e no períneo eram extremamente fortes, e a glande estava perdendo a sensibilidade.

Ainda havia sensibilidade, porém, para usar o cobertor para uma sexta sessão na sequência, após um breve período de descanso. O pênis já estava começando a ficar muito inchado, e podia ver as veias saltando. Após a sexta sessão, segui com o cobertor estimulando apenas o escroto, para manter a ereção.

A sétima sessão foi um recado claro - era hora de parar. Não houve nenhum prazer, apenas dor. Nenhum sêmen, nada. Meu pênis se contraía de maneira dolorosa, o períneo idem. Me deitei, esperei as dores passarem, e como um soldado sem medo da morte, parti para a oitava sessão.


Na oitava sessão, novamente, apenas dor, sem prazer. Porém a dor havia aumentado. Era para mim um sinal claro: a partir daqui, vai doer cada vez mais, e não está havendo nenhum retorno benéfico. Era hora de parar.

Descobri nesse dia que o limite do meu corpo eram provavelmente 6 em sequência, porém podendo chegar a 8 (ou mais) caso eu estivesse realmente desesperado ou desenvolvesse um fetiche masoquista (o que ainda não aconteceu).

:)