Translator

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Experiências pessoais - Pt. 5

Boa noite! :)

Como eu mencionei antes, o meu passaporte no mundo das coisas peludas foi o cobertor verde da minha mãe. Mas depois do trauma inicial de ser pego no flagra pela minha avó, eu demorei um bom tempo até conseguir tomar coragem e experimentá-lo.

Não foi antes dos meus 14 anos, quando eu já estava com relativa experiência no "ato", que eu finalmente resolvi tentar de novo. Pelo período de 1 ano, eu estava fazendo 3º ano do Ensino Médio no período da manhã, e meu irmão estudava de manhã e à tarde várias vezes por dia. Minha mãe dava aula nos 3 períodos nos mesmos dias que meu irmão tinha aula (ela dava aula na escola que ele estudava) o que me deixava com relativa liberdade dentro de casa. O usual era chegar na hora do almoço, comer o que quer que minha mãe tivesse preparado no dia anterior, buscar algum objeto ou bicho de pelúcia que me "apetecesse" no dia, me masturbar (às vezes, mais de uma vez) e depois usar o computador o resto da tarde. Na época, ainda não tinha internet liberada (apenas depois da meia-noite, via conexão discada) então ficava jogando jogos em CD mesmo; ou vendo televisão, dependendo do dia.


As minhas parceiras de libidinagem geralmente eram a leoa e a tigresa, que eu frequentemente levava para cama comigo à noite para uma última sessão antes de dormir, que tinha que ser feita com cuidado pois dormia em beliche com meu irmão, e não podia balançar muito a cama nem fazer nenhum tipo de ruído.

Não sei ao certo em que época de 1997 isso ocorreu, mas com certeza foi no inverno, pois lembro que estava muito sol no dia mas não estava tão quente. Cheguei em casa, comi, me despi e comecei a passear pela casa. Já tinha usado o tapete de carneiro alguns dias antes, assim como o tapete de carneiro do banquinho do piano, que era mais macio. Queria alguma coisa diferente, e então me ocorreu a lembrança daquela noite em Serra Negra, 9 anos atrás. Fui até o quarto da minha mãe e ele estava lá, estendido sobre a cama dela, esplendoroso, macio e brilhando ao sol, como se me chamasse. Meu velocino de ouro, meu prêmio máximo. Usar o cobertor da minha mãe seria provavelmente o jeito mais perigoso de me masturbar na casa inteira. Não existia uma única possibilidade de, caso ela descobrisse, a coisa acabar bem pro meu lado, e principalmente, graças à obsessão dela por ordem e limpeza, ela perceberia praticamente qualquer detalhe que estivesse errado.



Normalmente eu teria feito a primeira vez deitando de costas e passando gentilmente o objeto no pênis e escroto, para eventualmente enrolar o pênis com os pêlos e terminar tendo um orgasmo sobre os mesmos, ou passando os pêlos nas laterais da glande (onde a sensibilidade é maior) para depois terminar sem sujar nada (a não ser a mim mesmo).

Porém, no dia, a lembrança daquela noite estava vívida, e eu, agora já ciente do que teria acontecido naquela noite em Serra Negra se eu não tivesse sido interrompido, resolvi dar continuidade à sessão iniciada quase 9 anos atrás.



Me despi e imediatamente me deitei de bruços no cobertor. A sensação era muito interessante - até então eu tinha me masturbado apenas com objetos de dimensões diminutas (tirando o urso rosa) e o tapete da sala tinha uma mesa de centro sobre ele, o que me deixava muito pouco espaço para mobilidade (tinha que deitar sobre ele espremido entre a mesa e o sofá). Mas com o cobertor, eu pude finalmente sentir os pêlos acariciando meu corpo como um todo e, de pernas e braços abertos, como se tentando abraçar o colchão de casal inteiro de uma vez só, eu comecei.

Assim como da primeira vez, e de tantas outras vezes, sempre me surpreendo como os instintos e os hormônios obscurecem nosso julgamento e eliminam nosso bom senso. Eu podia sentir o cobertor acariciando meu corpo, meu pênis e meu escroto, abri bem as pernas e os braços me posicionando de maneira semelhante a um sapo, e não demorou muito tempo até que eu estivesse suando, agarrando o cobertor com as mãos e mordendo um pequeno pedaço com ele, enquanto a sensação do orgasmo crescia entre as pernas, aumentando a sensibilidade e causando uma perda de ritmo e coordenação bem notável.... a sensação entre as pernas foi aumentando, e logo eu estava respirando fundo com a cara apertada contra o cobertor, lançando o produto de uma sessão maravilhosa de prazer próprio, sentindo meu pênis pulsar acomodado entre os pêlos verdes do cobertor e meu abdômen, o coração acelerado, aquela sensação maravilhosa causada pelas endorfinas... e... de repente me ocorreu.

Eu tinha acabado de gozar no cobertor da minha mãe.



Um pânico semelhante àquele que eu senti quando tinha 10 anos de idade se abateu sobre mim. Se naquela época, eu não sabia o que estava acontecendo, e aquilo me assustava - agora eu sabia EXATAMENTE o que tinha acontecido, e aquilo me assustava dez vezes mais.

Levantei do cobertor e olhei o estrago. Uma massa branca e gelatinosa se acumulava bem no meio do cobertor, espalhada pelos movimentos de quadril, sobre um amontoado de pêlos verdes úmidos e grudados.

Eu estava morto. Não havia a menor possibilidade de limpar aquilo de modo a deixar exatamente igual.





Rapidamente levantei, e a velocidade me causou tontura. O orgasmo havia enfraquecido as pernas, e corri até a pia do banheiro onde apanhei um pouco de água com uma das mãos e um pente fino com a outra. Com o pente, tirei o excesso de sêmen da região atingida, e molhei um pouco com a água. Depois peguei uma escova de pentear cachorro (daquelas com cerdas de metal) e passei em toda a região, para separar as cerdas, e deixei o cobertor no sol, para secar a umidade tanto da água quanto do sêmen.


Umas 2 horas depois, voltei ao quarto dela para ver a extensão do estrago. Os pêlos estavam levemente esbranquiçados e grudados - eu sabia que aquilo era facilmente solucionável escovando o pêlo, o que fiz prontamente. O cobertor estava completamente sêco, e os pêlos haviam se desgrudado e separado perfeitamente. Não havia nenhum sinal de que eu havia despejado uma quantidade considerável de sêmen bem no meio dele.

Coloquei o cobertor de volta, dobrando as pontas e deixando o mais esticado possível.

Tanto eu quanto minha mãe dormimos tranquilamente aquela noite. :)