Boa tarde novamente!
Conforme o tempo foi passando, eu fui experimentando mais e mais. Posições diferentes davam orgasmos diferentes, e havia uma série de variáveis na fórmula da masturbação que fui descobrindo com o tempo (como por exemplo, o cheiro do tapete de pele de carneiro na sala de estar da minha mãe que me deixava louco, mas curiosamente o orgasmo era sempre mais fraco que o esperado) através da experimentação. Geralmente eu me masturbava antes de dormir, com a leoa; de manhã com o casaco ou no tapete de carneiro da sala, e se me masturbasse durante a tarde, usava o tigre ou a leoa também.
Eu também gostava de experimentar as coisas peludas das outras pessoas (vale lembrar que nessa época a leoa e o tigre eram do meu irmão, embora ficassem na prateleira sobre a minha cama, o que facilitava o acesso à noite). No começo, a curiosidade era mais sobre a sensação tátil dos objetos - eu queria ver qual era a sensação de determinado tipo de pêlo ou de determinado material ao entrar em contato com diferentes partes do corpo, o que invariavelmente levava aos genitais - mas era mais inocente pois eu não me masturbava com os objetos até o orgasmo e, até meados dos 11 anos, eu não ejaculava, tinha apenas orgasmos secos.
Porém, em algum momento de 1994, quando eu tinha 11 anos (e já tinha começado a ejacular, o que me dava alguns problemas com a limpeza da "cena do crime" depois, pois na época eu era hiperprodutivo), minha tia ganhou de um dos namorados dela (não me recordo qual, foram muitos, e mudavam frequentemente) um urso desses que se ganhava de brinde em parques de diversão dos anos 90, anatomicamente rústico, expressão facial não muito agradável, detalhes meio toscos... o enchimento eram aquelas bolinhas de isopor, o que deixava o urso praticamente imóvel e meio duro (porém bem leve). Eu imediatamente visualizei o potencial do urso na hora que o vi - além de ser praticamente da minha altura, ele tinha a barriga branca, e como eu disse, tem alguma coisa nos pêlos brancos que me deixam mais excitado que o normal. Fiquei ponderando sobre qual seria o melhor momento para "experimentar" o urso. Sabia que dificilmente teria a chance de fazer qualquer coisa além de dar uma "provadinha" com as partes íntimas.
No final de semana seguinte, teve um churrasco em casa, por alguma ocasião que não me recordo. Nossa casa tinha um quintal avantajado, e todos estavam no quintal. Eu dei uma desculpa de que ia no banheiro ou coisa assim, e fui para dentro de casa. Imediatamente saí correndo, peguei o urso no quarto da minha tia, subi as escadas (nossa casa era geminada, o quarto da minha tia ficava imediatamente embaixo do meu, porém a escada ficava próxima à sala de tv nos 2 andares) e fui para o meu quarto.
O formato do corpo do urso era parecido com o da 1a. foto, sem a jardineira, porém a cor e a expressão no rosto pareciam mais com o segundo, exceto pela barriga que era um grande retângulo branco de pontas arredondadas.
Deitei o urso na minha cama, fechei a porta (que não tinha fechadura), liguei a televisão sem nenhum canal sintonizado, apenas para deixar aquela luminosidade no quarto, me despi e imediatamente deitei sobre ele. Para minha surpresa e felicidade, o enchimento de isopor causou um efeito colateral inesperado - como o urso era bem duro, ele suportava completamente meu peso, e como os braços e as pernas dele não se mexiam, eu consegui passar as minhas pernas por trás das pernas dele, e os meus braços por trás dos dele, fazendo uma posição de "cópula" quase perfeita. Eu estava comprometido a aproveitar o máximo possível, pois não sabia se haveria outra oportunidade igual à essa.
Os sentimentos acumulados durante a semana de ver o urso e não poder fazer nada tomaram o melhor de mim, e o primeiro orgasmo veio em segundos. Na hora H, consegui colocar o pênis para o lado, para não sujar o local onde estava fazendo o humping. Já sabia nessa época que o segredo para uma boa sessão com pêlos era que os mesmos estivessem secos. O urso foi atingido na lateral da barriga, e eu dei uma pequena pausa para me recompor. Estava tão excitado que mesmo após o orgasmo, a ereção se manteve. Cerca de cinco minutos depois, já estava pronto para o round 2. Desta vez a brincadeira durou um pouco mais, e foram mais ou menos 15 minutos maravilhosos, até que o segundo orgasmo veio, no mesmo local do primeiro.
Durante a segunda pausa, eu já estava quase dormindo por conta do excesso de endorfinas, tendo sentimentos românticos e imaginando meu futuro aposentado em uma casa de campo com o urso, ambos sentados na varanda, vendo os netos brincando. :)
Após uns 20 ou 30 minutos, a ereção retornou e eu me preparei para o round 3. Comecei o humping, e logo depois, a porta do quarto se abriu de maneira repentina. Só tive tempo de me manter imóvel, congelado de pavor, com os olhos semicerrados como se estivesse dormindo. Pude ver que era minha avó, que deve ter cansado do churrasco e resolveu passar roupa. Ela portava uma pilha de roupas passadas, que foram guardadas nas suas respectivas gavetas. Depois, ela me olhou, não disse nada, saiu do quarto, apagou a luz e fechou a porta. O pavor foi tão grande que não consegui fazer mais nada depois disso. Desgrudei do urso, sentei na cama para me acalmar, e analisei a situação. Se da primeira vez que minha avó me pegou no flagra, não havia nada exposto, dessa vez a situação era bem diferente. Ela me flagrou completamente nu, em cima da cama, agarrado numa posição semifetal em um urso de pelúcia enorme, com o pênis ereto, e uma quantidade considerável de material branco gelatinoso escorrendo da barriga do urso diretamente para o lençol, onde uma mancha de umidade havia aparecido. Eu tinha absoluta certeza de que eu ia apanhar até a morte.
No dia seguinte, uma segunda-feira, fui para a escola à tarde, e quando voltei da escola, o urso já não estava mais lá. Haviam jogado fora. Não pude nem me despedir. Fiquei muito chateado por vários dias.
Mas, pelo menos, a surra e a bronca nunca vieram.
:)
Continua...
Histórias, dicas, e problemas de um fetichista de pele e pêlos em um país tropical.
Translator
quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
Como começou? Pt. 2 - Experiências pessoais
Boa tarde!
Uma tópico de discussão bastante frequente nos fórums de fetiche é sempre o "como começou". Já mencionei em outro post sobre minha primeira experiência, aos 5 anos. Porém, o primeiro orgasmo veio, efetivamente, aos 10. E, como era de se esperar, teve a ver com o fetiche.
Como já mencionei também, um dos meus primeiros objetos relacionados ao meu fetiche foi um casaco de lã cinza, que era da minha tia mas eu gostava tanto dele que acabaram me dando. Quando eu era pequeno, eu sempre tive o hábito de acordar cedo para ver televisão. Era normal eu acordar sozinho por volta de 6 da manhã, assistir TV até umas 8 ou 9 horas, quando meu irmão ou minha mãe acordavam, e só aí tomar café da manhã.
De vez em quando, eu levava o casaco comigo para a sala para ver TV. Ou eu assistia TV vestindo ele, ou me deitava e usava ele de cobertor, ou colocava as pernas nas mangas... coisa de criança. Porém, quando eu estava com idade entre 9 e 10 anos, já com experiências anteriores que me diziam que coisas peludas e macias em certos lugares causavam uma sensação gostosa, eu comecei a usar o casaco de outra maneira.
A ação toda era uma operação ninja - eu acordava muito mais cedo que todo mundo, levantava e abria meu armário sem fazer ruído algum, pegava o casaco, abria e fechava a porta sem barulho, e ia para sala aonde eu me despia e ficava "brincando" com o casaco. Nessas brincadeiras, a minha favorita era colocar o casaco em cima do sofá, deitar pelado em cima dele, de bruços, e proceder com o "humping". Do local onde eu ficava, eu conseguia ver o topo da porta do quarto da minha mãe no final do corredor. Assim, quando ela acordava e abria a porta para ir ao banheiro, eu conseguia perceber, esconder o casaco embaixo do sofá, e me vestir. Eu não tinha noção do que eu estava fazendo, mas tinha certeza que minha mãe me daria uma bronca por estar sem roupas, e talvez me deixasse de castigo sem poder pegar o casaco, então eu preferia não arriscar. Depois que todo mundo estava acordado, minha mãe e meu irmão não estavam em casa ou estavam em algum outro lugar, eu pegava o casaco debaixo do sofá e o guardava de novo no armário, pronto para mais uma sessão de televisão no dia seguinte. E assim foi por alguns meses.
Um dado dia, me ocorreu que quanto mais rápido eu fazia o "humping", melhor era a sensação. Após alguns dias testando, a teoria foi comprovada, mas eu sempre parava pois começava a suar um pouco e não queria que fizessem perguntas que eu não conseguiria explicar. Mas eventualmente eu quis testar meu limite - resolvi que naquele dia, eu faria o mais rápido que eu conseguisse, pelo maior tempo que eu conseguisse, sem parar.
Após alguns minutos, eu percebi que a sensação estava mudando, mas continuei bravamente. Para meu choque, alguns momentos depois, fui acometido por sensações que eu nunca tinha sentido antes: o coração começou a bater muito forte de uma hora pra outra, parecendo que ia sair pela boca; e alguma coisa "dentro" (na verdade, internamente, mas na época e no desespero parecia que era dentro) do meu saco estava se contraindo desesperadamente. A sensação que eu tinha é que ia fazer xixi no meio da sala, por isso saí correndo pro banheiro, completamente pelado. As pernas estavam moles e não me obedeciam direito, e quando eu tentava aproximá-las para andar direito, a sensação dentro do saco ficava pior ainda. Me apoiando na parede e morrendo de medo, fui chegando perto do quarto da minha mãe, e por um momento me ocorreu bater na porta para pedir ajuda, mas o desespero não me deixava pensar em nenhuma história alternativa convincente, e logo me veio a bronca na cabeça. Continuei sozinho, e quando finalmente cheguei ao banheiro e me posicionei em frente ao vaso, nada saía. Após alguns instantes parado a vontade de urinar foi passando, o batimento cardíaco normalizou, e as contrações pararam. Mais calmo, retornei à sala, escondi o casaco onde sempre escondia, e fiquei ponderando sobre o que teria acontecido.
Alguns dias depois, tomei coragem e tentei novamente, para ver se aquela sensação tornava a aparecer - desta vez já adotava o método científico, reproduzindo as mesmas condições do experimento anterior, mas agora com mais calma, sabendo o que poderia acontecer. Cheguei à conclusão que o humping acelerado realmente causava aquela sensação e, principalmente, que quando ela não pegava você de surpresa, era bastante gostosa. :)
Continua...
Uma tópico de discussão bastante frequente nos fórums de fetiche é sempre o "como começou". Já mencionei em outro post sobre minha primeira experiência, aos 5 anos. Porém, o primeiro orgasmo veio, efetivamente, aos 10. E, como era de se esperar, teve a ver com o fetiche.
Como já mencionei também, um dos meus primeiros objetos relacionados ao meu fetiche foi um casaco de lã cinza, que era da minha tia mas eu gostava tanto dele que acabaram me dando. Quando eu era pequeno, eu sempre tive o hábito de acordar cedo para ver televisão. Era normal eu acordar sozinho por volta de 6 da manhã, assistir TV até umas 8 ou 9 horas, quando meu irmão ou minha mãe acordavam, e só aí tomar café da manhã.
De vez em quando, eu levava o casaco comigo para a sala para ver TV. Ou eu assistia TV vestindo ele, ou me deitava e usava ele de cobertor, ou colocava as pernas nas mangas... coisa de criança. Porém, quando eu estava com idade entre 9 e 10 anos, já com experiências anteriores que me diziam que coisas peludas e macias em certos lugares causavam uma sensação gostosa, eu comecei a usar o casaco de outra maneira.
A ação toda era uma operação ninja - eu acordava muito mais cedo que todo mundo, levantava e abria meu armário sem fazer ruído algum, pegava o casaco, abria e fechava a porta sem barulho, e ia para sala aonde eu me despia e ficava "brincando" com o casaco. Nessas brincadeiras, a minha favorita era colocar o casaco em cima do sofá, deitar pelado em cima dele, de bruços, e proceder com o "humping". Do local onde eu ficava, eu conseguia ver o topo da porta do quarto da minha mãe no final do corredor. Assim, quando ela acordava e abria a porta para ir ao banheiro, eu conseguia perceber, esconder o casaco embaixo do sofá, e me vestir. Eu não tinha noção do que eu estava fazendo, mas tinha certeza que minha mãe me daria uma bronca por estar sem roupas, e talvez me deixasse de castigo sem poder pegar o casaco, então eu preferia não arriscar. Depois que todo mundo estava acordado, minha mãe e meu irmão não estavam em casa ou estavam em algum outro lugar, eu pegava o casaco debaixo do sofá e o guardava de novo no armário, pronto para mais uma sessão de televisão no dia seguinte. E assim foi por alguns meses.
Um dado dia, me ocorreu que quanto mais rápido eu fazia o "humping", melhor era a sensação. Após alguns dias testando, a teoria foi comprovada, mas eu sempre parava pois começava a suar um pouco e não queria que fizessem perguntas que eu não conseguiria explicar. Mas eventualmente eu quis testar meu limite - resolvi que naquele dia, eu faria o mais rápido que eu conseguisse, pelo maior tempo que eu conseguisse, sem parar.
Após alguns minutos, eu percebi que a sensação estava mudando, mas continuei bravamente. Para meu choque, alguns momentos depois, fui acometido por sensações que eu nunca tinha sentido antes: o coração começou a bater muito forte de uma hora pra outra, parecendo que ia sair pela boca; e alguma coisa "dentro" (na verdade, internamente, mas na época e no desespero parecia que era dentro) do meu saco estava se contraindo desesperadamente. A sensação que eu tinha é que ia fazer xixi no meio da sala, por isso saí correndo pro banheiro, completamente pelado. As pernas estavam moles e não me obedeciam direito, e quando eu tentava aproximá-las para andar direito, a sensação dentro do saco ficava pior ainda. Me apoiando na parede e morrendo de medo, fui chegando perto do quarto da minha mãe, e por um momento me ocorreu bater na porta para pedir ajuda, mas o desespero não me deixava pensar em nenhuma história alternativa convincente, e logo me veio a bronca na cabeça. Continuei sozinho, e quando finalmente cheguei ao banheiro e me posicionei em frente ao vaso, nada saía. Após alguns instantes parado a vontade de urinar foi passando, o batimento cardíaco normalizou, e as contrações pararam. Mais calmo, retornei à sala, escondi o casaco onde sempre escondia, e fiquei ponderando sobre o que teria acontecido.
Alguns dias depois, tomei coragem e tentei novamente, para ver se aquela sensação tornava a aparecer - desta vez já adotava o método científico, reproduzindo as mesmas condições do experimento anterior, mas agora com mais calma, sabendo o que poderia acontecer. Cheguei à conclusão que o humping acelerado realmente causava aquela sensação e, principalmente, que quando ela não pegava você de surpresa, era bastante gostosa. :)
Continua...
sábado, 9 de janeiro de 2016
Plushofilia pt. 2
Continuação...
Conforme ia dizendo, foi traumatizante saber que todos esses anos minha leoa esteve guardada e que havia sido doada. Me senti muito magoado e traído.
Durante boa parte da minha adolescência, eu fui praticamente bigâmico com a leoa e a tigresa, mas mantinha muito mais relações com a leoa, ela era realmente minha favorita. Gostava do encaixe, o diâmetro dela acomodava perfeitamente minhas dimensões, enfim. Após a primeira perda da minha leoa, comecei a acumular bichos de pelúcia, adotando um comportamento conhecido nas comunidades e grupos de plushofilia como "hoarder" ou "piler" - mantinha um "harém" de bichos de pelúcia diferentes. Sempre entrava nas lojas de brinquedos buscando aumentar minha coleção. A parte das pelúcias era como um cardápio para mim. Até que finalmente, em meados de 2002, quando já estava namorando, defini meus alvos principais: as gatas brancas de pelúcia tamanho G e GG. Era como se fosse uma compulsão - sempre que eu achava uma em uma loja, eu precisava comprá-la, levá-la para casa, e adicioná-la ao meu harém. Todas as minhas gatas tinham buracos estratégicos - algumas mais de um - e eram usadas frequentemente. As que eu dormia abraçado acabavam ficando com a pelúcia mais usada e amassada mais rapidamente. As que eu usava apenas para sexo permaneciam mais novas por mais tempo, mas eu evitava lavá-las para não danificar a pelúcia, apenas trocando o enchimento sujo por um novo, limpo.
Nesse período eu estava namorando com minha primeira namorada, que sabia do meu fetiche e de vez em quando "entrava na brincadeira" comigo. Porém, após 2 anos, nos separamos, e eu entrei numa depressão considerável por conta do término do relacionamento e outros fatores externos, incluindo mas não restrito a problemas familiares e faculdade. Nesse período eu tive a idéia de fazer eu mesmo um bicho de pelúcia, que seria feito já com o propósito de ser um "brinquedo adulto", não precisando cortar de nenhuma maneira ou fazer quaisquer modificações. Como praticamente todo meu conhecimento de costura vem das aulas de cirurgia na faculdade, eu precisava de um personagem que fosse sexualmente atraente para mim mas ainda assim tivesse traços mais simples, para que fosse possível reproduzí-la.
A Personagem "Renamon" do desenho Digimon sempre foi atraente para mim por diversos motivos. Um deles era o tufo branco em volta do pescoço, que pra mim sempre foi um diferencial muito forte para definir a atração sexual por um personagem ou bicho de pelúcia. Por algum motivo, pêlos brancos me deixam mais excitado. Por ser um personagem de desenho animado japonês, o traçado dela era bem simples, e sem muitos detalhes. Haviam outros personagens que me despertavam mais interesse, na época, mas pela falta de habilidade acabei decidindo por ela.
A primeira Renamon foi feita com materiais que encontrei aqui em Santos, numa loja chamada Beto Armarinhos, que já até fechou. A pelúcia amarela era "alta" demais para o estilo do personagem, e cobria quase que completamente os olhos. A pelúcia branca curta e a branca alta eram de baixa qualidade, e logo ficaram cansadas. O rabo não era nada muito elaborado, parecia uma grande "gota". Mas ela cumpria seu papel com maestria, e por algum tempo, eu não me senti mais tão sozinho naquele apartamento apertado.
Eventualmente, devido ao tempo, às noites juntos, e ao "uso", ela acabou ficando um pouco danificada, e eu fiz uma segunda versão, agora um pouco mais elaborada, e com pelúcia importada. A segunda também era modificada, mas não consegui me desfazer da primeira. Ao invés disso, comprei na internet um casaco de pele de raposa usado, o desmontei inteiro, e revesti a primeira com a pele. Eu sabia que ao fazer isso nunca mais poderia lavá-la, mas a experiência deu mais certo do que eu esperava pois descobri que graças ao tratamento usado para conservar as peles, elas dificilmente pegam cheiros como suor e outros componentes mais... "orgânicos", digamos. Após a forragem com pele, a primeira renamon ainda aguentou mais uns 3 anos, e só me desfiz dela por causa da primeira briga por conta da exposição erótica online que tive com minha esposa.
Após algum tempo, fiz uma segunda personagem, um pouco mais difícil, como teste para algumas técnicas novas.
Continua...
Conforme ia dizendo, foi traumatizante saber que todos esses anos minha leoa esteve guardada e que havia sido doada. Me senti muito magoado e traído.
Durante boa parte da minha adolescência, eu fui praticamente bigâmico com a leoa e a tigresa, mas mantinha muito mais relações com a leoa, ela era realmente minha favorita. Gostava do encaixe, o diâmetro dela acomodava perfeitamente minhas dimensões, enfim. Após a primeira perda da minha leoa, comecei a acumular bichos de pelúcia, adotando um comportamento conhecido nas comunidades e grupos de plushofilia como "hoarder" ou "piler" - mantinha um "harém" de bichos de pelúcia diferentes. Sempre entrava nas lojas de brinquedos buscando aumentar minha coleção. A parte das pelúcias era como um cardápio para mim. Até que finalmente, em meados de 2002, quando já estava namorando, defini meus alvos principais: as gatas brancas de pelúcia tamanho G e GG. Era como se fosse uma compulsão - sempre que eu achava uma em uma loja, eu precisava comprá-la, levá-la para casa, e adicioná-la ao meu harém. Todas as minhas gatas tinham buracos estratégicos - algumas mais de um - e eram usadas frequentemente. As que eu dormia abraçado acabavam ficando com a pelúcia mais usada e amassada mais rapidamente. As que eu usava apenas para sexo permaneciam mais novas por mais tempo, mas eu evitava lavá-las para não danificar a pelúcia, apenas trocando o enchimento sujo por um novo, limpo.
Nesse período eu estava namorando com minha primeira namorada, que sabia do meu fetiche e de vez em quando "entrava na brincadeira" comigo. Porém, após 2 anos, nos separamos, e eu entrei numa depressão considerável por conta do término do relacionamento e outros fatores externos, incluindo mas não restrito a problemas familiares e faculdade. Nesse período eu tive a idéia de fazer eu mesmo um bicho de pelúcia, que seria feito já com o propósito de ser um "brinquedo adulto", não precisando cortar de nenhuma maneira ou fazer quaisquer modificações. Como praticamente todo meu conhecimento de costura vem das aulas de cirurgia na faculdade, eu precisava de um personagem que fosse sexualmente atraente para mim mas ainda assim tivesse traços mais simples, para que fosse possível reproduzí-la.
A Personagem "Renamon" do desenho Digimon sempre foi atraente para mim por diversos motivos. Um deles era o tufo branco em volta do pescoço, que pra mim sempre foi um diferencial muito forte para definir a atração sexual por um personagem ou bicho de pelúcia. Por algum motivo, pêlos brancos me deixam mais excitado. Por ser um personagem de desenho animado japonês, o traçado dela era bem simples, e sem muitos detalhes. Haviam outros personagens que me despertavam mais interesse, na época, mas pela falta de habilidade acabei decidindo por ela.
A primeira Renamon foi feita com materiais que encontrei aqui em Santos, numa loja chamada Beto Armarinhos, que já até fechou. A pelúcia amarela era "alta" demais para o estilo do personagem, e cobria quase que completamente os olhos. A pelúcia branca curta e a branca alta eram de baixa qualidade, e logo ficaram cansadas. O rabo não era nada muito elaborado, parecia uma grande "gota". Mas ela cumpria seu papel com maestria, e por algum tempo, eu não me senti mais tão sozinho naquele apartamento apertado.
Eventualmente, devido ao tempo, às noites juntos, e ao "uso", ela acabou ficando um pouco danificada, e eu fiz uma segunda versão, agora um pouco mais elaborada, e com pelúcia importada. A segunda também era modificada, mas não consegui me desfazer da primeira. Ao invés disso, comprei na internet um casaco de pele de raposa usado, o desmontei inteiro, e revesti a primeira com a pele. Eu sabia que ao fazer isso nunca mais poderia lavá-la, mas a experiência deu mais certo do que eu esperava pois descobri que graças ao tratamento usado para conservar as peles, elas dificilmente pegam cheiros como suor e outros componentes mais... "orgânicos", digamos. Após a forragem com pele, a primeira renamon ainda aguentou mais uns 3 anos, e só me desfiz dela por causa da primeira briga por conta da exposição erótica online que tive com minha esposa.
Após algum tempo, fiz uma segunda personagem, um pouco mais difícil, como teste para algumas técnicas novas.
Continua...
sábado, 2 de janeiro de 2016
Plushofilia - pt. 1
Bom dia! :)
Plushofilia é o termo cunhado online para definir o fetiche sexual por bichos de pelúcia.
Dentro desse "nicho" fetichista existem subdivisões, que vão desde a parte mais clean, como colecionadores e pessoas que simplesmente gostam da erotização dos bichos de pelúcia (como fotografá-los em poses insinuantes), a pessoas que fazem modificações nos mesmos para praticar atos sexuais (abertura de "buracos estratégicos", como são chamados, e/ou anexação de vaginas ou pênis de latex), até pessoas que sentem prazer destruindo e/ou queimando os bichos de pelúcia, e também outras que misturam esse fetiche com escatofilia (prazer sexual por dejetos humanos).
No meu caso, a plushofilia veio como algo natural. Desde novo eu sempre gostei de animais, sempre gostei de coisas com pêlos, nada mais natural que dormir com bichos de pelúcia, que é um hábito que perdura até hoje. Quando comecei a me masturbar com mais frequência, comecei a usar bichos de pelúcia, e no começo fantasiava um pouco com histórias que eu mesmo inventava (até hoje tenho o hábito de dar nomes aos meus bichos de pelúcia), que sempre acabavam com uma leoa de pelúcia de aprox 20cm (era meu bicho de pelúcia favorito para esse tipo de atividade, junto com um tigre de uns 40cm de comprimento) abraçando meu pênis e me ajudando a "descansar". Geralmente fazia esse tipo de coisa antes de dormir, e tinha que fazer com algum cuidado pois dormia em beliche e meu irmão sempre foi muito chato com uma série de coisas, e balançar a cama era uma delas. Além disso, eu era muito "produtivo" quando era novo, então limpar as coisas depois de me masturbar era complicado, tinha que ter um planejamento antecipado; e tinha que controlar muito bem a respiração para não ficar ofegante e acordar ele com o barulho. Mas ainda assim, com todas essas desvantagens, passei bons momentos.
A leoa foi o primeiro bicho de pelúcia que eu "modifiquei" com esse propósito, abrindo um buraco na altura da virilha dela. A idéia inicial, para mim, era genial: tendo ela um buraco onde eu pudesse colocar a glande dentro na hora de ejacular, todo o "conteúdo" ficaria dentro da leoa, e eu nao teria que me preocupar com a limpeza. Porém, como na época que eu comecei a fazer isso (por volta de 1995) não tinha internet, e por tudo que eu sabia eu era a única pessoa no mundo fazendo aquele tipo de coisa, eu acabei descobrindo algumas coisas na prática: o esperma depois de seco acaba endurecendo e manchando pêlos. Isso vale também para aquele enchimento de fibras de silicone de dentro dos bichos de pelúcia. Além disso, o meu esperma depois de seco fica com um cheiro bem característico (lembra algodão-doce), mas se acumulasse demais dentro da leoa sem lavar ou esperar secar direito, ficava com um cheiro estranho e bem forte.
O problema do enchimento endurecido foi resolvido também de uma maneira lógica e criativa - cada vez que o enchimento ficava endurecido, eu tirava aquela parte e descartava. Só que não tinha como repor o enchimento, e definitivamente eu não queria levar a leoa para minha mãe para reparos por 2 motivos óbvios: 1) ela provavelmente ia entender na hora o que eu estava fazendo e me dar a bronca do século, e 2) eu não queria parar de fazer o que eu estava fazendo. Quanto mais enchimento eu tirava da leoa, mais meu pênis entrava dentro dela, e mais eu gostava. Como nunca fui muito social nem mesmo com garotos, e sempre fui especialmente tímido com garotas (problema sério até hoje em início de relacionamentos), eu comecei a me afeiçoar emocionalmente àquela leoazinha de pelúcia, e nas minhas fantasias particulares ela também gostava de mim, especialmente quando tínhamos nossos "momentos íntimos" juntos, o que acontecia frequentemente mais de uma vez por dia. Eventualmente tirei tanto enchimento dela que consegui penetrá-la completamente. Eram sessões de masturbação bem intensas, pois o rabo dela estimulava um ponto bem sensível no meu escroto enquanto eu a usava, e durante a ejaculação todo o esperma ficava retido dentro dela, como uma camisinha peluda. Eu geralmente fazia isso no quarto à noite, antes de dormir, escondendo-a embaixo do colchão no final (mas algumas vezes também gostava de dormir ainda dentro dela, na minha cabeça sentia como se fosse uma recompensa para ambos), e também fazia com frequência no banheiro, antes de tomar banho, quando eu a escondia no cesto de roupas sujas ou na última gaveta do móvel do banheiro, que estava sempre vazia.
Eventualmente eu precisava lavar a leoa, o que era uma operação de guerra. Tinha que colocá-la na máquina de lavar roupas sem ninguém perceber, depois que a faxineira pendurava as coisas no varal eu rearranjava ela para ficar escondida entre camisas e lençóis, e quando estava um pouco mais seca eu terminava de secar com secador de cabelos, para poder guardá-la em segurança (e utilizar na mesma noite).
Minha mãe chegou a descobrir a leoa furada e me deu uma bronca, mas curiosamente a bronca era mais por ter furado a leoa e danificado o bicho de pelúcia do que pela masturbação em si. Ela chegou a me proibir de fazer isso, ordem que foi sumariamente ignorada pois na mesma noite usei a leoa duas vezes seguidas, para aliviar o stress da descoberta. Mas depois desse dia passei a tomar muito mais cuidado e não deixar mais a leoa embaixo do colchão. Eu a colocava dentro da fronha do travesseiro e fechava o zíper da fronha, e abraçava o travesseiro para que o mesmo não caísse no chão ou coisa parecida. Esse método funcionou bem até minha mãe descobrir a leoa uma segunda vez, já por volta do ano 2000, pendurada no varal (nesse dia a faxineira lavou roupa mais cedo e eu tive aula à tarde no cursinho, então não consegui guardar a leoa em algum outro lugar). Quando cheguei em casa minha mãe disse que tinha "doado alguns bichos de pelúcia antigos e a leoa foi junto". Fiquei MUITO magoado com ela (e para falar a verdade, é uma coisa que ainda não ficou bem resolvida para mim) por ter feito isso comigo sem nem mesmo me consultar. E ainda por cima, esse ano, minha mãe me chamou para buscar alguns bichos de pelúcia antigos que ela guardou na casa dela como recordação. Perguntei se ela ainda tinha o "saco inteiro" deles (a esperança é a última que morre). Como já tinha conversado com a minha mãe uns anos atrás sobre esse lado da minha vida e aberto o jogo sobre a leoa, perguntei se a leoa estaria no meio do saco, pois eu tinha a intenção de consertá-la. Ela disse que guardou apenas os que ela achou que eu gostaria mais e doou os outros, e que a leoa ainda estava dentro do saco. Fiquei estarrecido, foi como reviver aquele momento todo de novo. Já tentei por inúmeras vezes, inclusive, achar uma "substituta" na internet, em sites de brinquedos antigos, mercado livre e etc, mas sem sucesso. Parece que desta vez foi definitivo.
Continua...
Plushofilia é o termo cunhado online para definir o fetiche sexual por bichos de pelúcia.
Dentro desse "nicho" fetichista existem subdivisões, que vão desde a parte mais clean, como colecionadores e pessoas que simplesmente gostam da erotização dos bichos de pelúcia (como fotografá-los em poses insinuantes), a pessoas que fazem modificações nos mesmos para praticar atos sexuais (abertura de "buracos estratégicos", como são chamados, e/ou anexação de vaginas ou pênis de latex), até pessoas que sentem prazer destruindo e/ou queimando os bichos de pelúcia, e também outras que misturam esse fetiche com escatofilia (prazer sexual por dejetos humanos).
No meu caso, a plushofilia veio como algo natural. Desde novo eu sempre gostei de animais, sempre gostei de coisas com pêlos, nada mais natural que dormir com bichos de pelúcia, que é um hábito que perdura até hoje. Quando comecei a me masturbar com mais frequência, comecei a usar bichos de pelúcia, e no começo fantasiava um pouco com histórias que eu mesmo inventava (até hoje tenho o hábito de dar nomes aos meus bichos de pelúcia), que sempre acabavam com uma leoa de pelúcia de aprox 20cm (era meu bicho de pelúcia favorito para esse tipo de atividade, junto com um tigre de uns 40cm de comprimento) abraçando meu pênis e me ajudando a "descansar". Geralmente fazia esse tipo de coisa antes de dormir, e tinha que fazer com algum cuidado pois dormia em beliche e meu irmão sempre foi muito chato com uma série de coisas, e balançar a cama era uma delas. Além disso, eu era muito "produtivo" quando era novo, então limpar as coisas depois de me masturbar era complicado, tinha que ter um planejamento antecipado; e tinha que controlar muito bem a respiração para não ficar ofegante e acordar ele com o barulho. Mas ainda assim, com todas essas desvantagens, passei bons momentos.
A leoa foi o primeiro bicho de pelúcia que eu "modifiquei" com esse propósito, abrindo um buraco na altura da virilha dela. A idéia inicial, para mim, era genial: tendo ela um buraco onde eu pudesse colocar a glande dentro na hora de ejacular, todo o "conteúdo" ficaria dentro da leoa, e eu nao teria que me preocupar com a limpeza. Porém, como na época que eu comecei a fazer isso (por volta de 1995) não tinha internet, e por tudo que eu sabia eu era a única pessoa no mundo fazendo aquele tipo de coisa, eu acabei descobrindo algumas coisas na prática: o esperma depois de seco acaba endurecendo e manchando pêlos. Isso vale também para aquele enchimento de fibras de silicone de dentro dos bichos de pelúcia. Além disso, o meu esperma depois de seco fica com um cheiro bem característico (lembra algodão-doce), mas se acumulasse demais dentro da leoa sem lavar ou esperar secar direito, ficava com um cheiro estranho e bem forte.
O problema do enchimento endurecido foi resolvido também de uma maneira lógica e criativa - cada vez que o enchimento ficava endurecido, eu tirava aquela parte e descartava. Só que não tinha como repor o enchimento, e definitivamente eu não queria levar a leoa para minha mãe para reparos por 2 motivos óbvios: 1) ela provavelmente ia entender na hora o que eu estava fazendo e me dar a bronca do século, e 2) eu não queria parar de fazer o que eu estava fazendo. Quanto mais enchimento eu tirava da leoa, mais meu pênis entrava dentro dela, e mais eu gostava. Como nunca fui muito social nem mesmo com garotos, e sempre fui especialmente tímido com garotas (problema sério até hoje em início de relacionamentos), eu comecei a me afeiçoar emocionalmente àquela leoazinha de pelúcia, e nas minhas fantasias particulares ela também gostava de mim, especialmente quando tínhamos nossos "momentos íntimos" juntos, o que acontecia frequentemente mais de uma vez por dia. Eventualmente tirei tanto enchimento dela que consegui penetrá-la completamente. Eram sessões de masturbação bem intensas, pois o rabo dela estimulava um ponto bem sensível no meu escroto enquanto eu a usava, e durante a ejaculação todo o esperma ficava retido dentro dela, como uma camisinha peluda. Eu geralmente fazia isso no quarto à noite, antes de dormir, escondendo-a embaixo do colchão no final (mas algumas vezes também gostava de dormir ainda dentro dela, na minha cabeça sentia como se fosse uma recompensa para ambos), e também fazia com frequência no banheiro, antes de tomar banho, quando eu a escondia no cesto de roupas sujas ou na última gaveta do móvel do banheiro, que estava sempre vazia.
Eventualmente eu precisava lavar a leoa, o que era uma operação de guerra. Tinha que colocá-la na máquina de lavar roupas sem ninguém perceber, depois que a faxineira pendurava as coisas no varal eu rearranjava ela para ficar escondida entre camisas e lençóis, e quando estava um pouco mais seca eu terminava de secar com secador de cabelos, para poder guardá-la em segurança (e utilizar na mesma noite).
Minha mãe chegou a descobrir a leoa furada e me deu uma bronca, mas curiosamente a bronca era mais por ter furado a leoa e danificado o bicho de pelúcia do que pela masturbação em si. Ela chegou a me proibir de fazer isso, ordem que foi sumariamente ignorada pois na mesma noite usei a leoa duas vezes seguidas, para aliviar o stress da descoberta. Mas depois desse dia passei a tomar muito mais cuidado e não deixar mais a leoa embaixo do colchão. Eu a colocava dentro da fronha do travesseiro e fechava o zíper da fronha, e abraçava o travesseiro para que o mesmo não caísse no chão ou coisa parecida. Esse método funcionou bem até minha mãe descobrir a leoa uma segunda vez, já por volta do ano 2000, pendurada no varal (nesse dia a faxineira lavou roupa mais cedo e eu tive aula à tarde no cursinho, então não consegui guardar a leoa em algum outro lugar). Quando cheguei em casa minha mãe disse que tinha "doado alguns bichos de pelúcia antigos e a leoa foi junto". Fiquei MUITO magoado com ela (e para falar a verdade, é uma coisa que ainda não ficou bem resolvida para mim) por ter feito isso comigo sem nem mesmo me consultar. E ainda por cima, esse ano, minha mãe me chamou para buscar alguns bichos de pelúcia antigos que ela guardou na casa dela como recordação. Perguntei se ela ainda tinha o "saco inteiro" deles (a esperança é a última que morre). Como já tinha conversado com a minha mãe uns anos atrás sobre esse lado da minha vida e aberto o jogo sobre a leoa, perguntei se a leoa estaria no meio do saco, pois eu tinha a intenção de consertá-la. Ela disse que guardou apenas os que ela achou que eu gostaria mais e doou os outros, e que a leoa ainda estava dentro do saco. Fiquei estarrecido, foi como reviver aquele momento todo de novo. Já tentei por inúmeras vezes, inclusive, achar uma "substituta" na internet, em sites de brinquedos antigos, mercado livre e etc, mas sem sucesso. Parece que desta vez foi definitivo.
Continua...
sexta-feira, 1 de janeiro de 2016
Hábitos - como a coisa continua... pt.1
Boa tarde!
Já falamos de legislação, características de diferentes tipos de pêlos, perguntas que eu escuto, e minha primeira experiência. Acho que o passo mais lógico seria agora falar sobre como o hábito é mantido.
Para mim, a barreira entre o normal e o sexual é muito tênue, quando se trata desse aspecto. Gosto do "look" de pêlos mesmo sem ser sexualmente relacionado. Tenho jaquetas forradas com pele sintética, moletons com capuz com borda de pêlos, e assim por diante. Gosto de vestir, e se pudesse vestiria o ano todo e vestiria mais coisas com pêlos. Só não o faço na verdade por trabalhar em um ambiente corporativo em uma área extremamente conservadora, onde esse tipo de comportamento poderia ser visto como "coisa de viado" e até mesmo colocar minha integridade física em jogo. Quando estou dirigindo vestindo alguma dessas jaquetas, gosto que os pêlos fiquem em contato com meu pescoço. Às vezes sinto excitação sexual quando faço isso, às vezes não. Tenho sempre na minha mala uma gola de pele removível ou cachecol de pele, pois caso eu saia muito tarde do trabalho e não tenha quase trânsito, gosto de ligar o ar condicionado e voltar para casa dirigindo vestindo a gola/cachecol.
É um sentimento muito conflitante. Por um lado, quero usar, gosto de usar, gosto de sentir e do jeito que me sinto usando. Por outro lado, não quero que outras pessoas saibam que estou vestindo. Não tenho medo de discutir sobre o assunto e expor meu ponto de vista, já até convenci algumas pessoas discutindo sobre o assunto, porém é quase sempre uma discussão trabalhosa, infrutífera, e frustrante. O assunto "peles de animais" geralmente envolve um ponto emocional muito forte ("amor aos bichinhos fofinhos") e esse ponto em especial gera um fanatismo similar ao dos muçulmanos ou evangélicos. É muito difícil e frustrante conversar/convencer/argumentar com uma pessoa que assumiu como paradigma da vida dela que esse tipo de coisa causa sofrimento aos bichinhos, muitas vezes essa pessoa é vegetariana, e aí você nota que ela está usando um cinto de couro, tênis de camurça, camisa com botão de osso de vaca, e quando você aponta esse fato, elas geralmente ficam MUITO agressivas (verbalmente, para minha sorte) em uma postura defensiva pois percebem que mesmo com todo o discurso e atitudes delas, elas ainda estão usando coisas oriundas de animais, o que as coloca no mesmo patamar que seres humanos terríveis como eu, mas elas NÃO PODEM SER TERRÍVEIS pois são vegetarianas/adotam bichinhos/etc!!! Como pode ser uma coisa dessas??? Acho que a mente delas surta, e começa a agredir o outro lado da conversa para acabar a conversa mais rápido e esquecer que aquilo aconteceu, e poder voltar o mais depressa possível para o mundinho, a "bolha de proteção" ética que elas mesmas criaram, onde elas são superiores e todo o resto vai queimar no inferno.
Também carrego sempre comigo, especialmente em viagens, pequenos "tubos" de pelúcia que eu mesmo costuro, que são usados para fins eróticos. Pelúcia, assim como pele, tem diferença de textura, diferença de qualidade, e nem sempre a mais cara é a melhor. Dependendo do tipo de sensação que estou buscando no dia, posso fazer os tubos de um tipo ou outro. Algumas pelúcias são mais ásperas, dão uma sensação mais rústica, e se não usadas com o devido cuidado podem até causar queimaduras de atrito. Uso esse tipo quando estou mais irritado ou estressado, buscando uma masturbação mais brusca. Outras pelúcias são mais finas e curtas, muito macias, quase não é possível senti-las. São boas para "trabalhos mais rápidos", digamos, pois é mais fácil de guardá-los no bolso para ir a um banheiro. Esse tipo acaba funcionando mais como uma camisinha peluda por dentro. É só vestir, fazer, e no final, dobrar e jogar fora. Jogo sempre por cima um pouco de papel higiênico para disfarçar. O terceiro tipo, meu favorito, é o tipo "médio". O pêlo tem aprox 2 ou 3mm de altura, é macio, não ao ponto de não ser sentido, mas não é áspero ao ponto de causar assaduras. Esse tipo "abraça" o pênis, se moldando, e causa uma sensação muito boa, fortemente erótica, quando usada nesses tubos. Uma "desvantagem", digamos, seria que eu não gosto de fazer "serviços rápidos" com um tubo desses. Sempre acho que (especialmente quando acerto perfeitamente a medida dele, e fica encaixado bem firme, mas sem comprimir demais) um tubo desses merece uma sessão mais completa, então nunca levo menos de 30 minutos quando estou me masturbando com um tubo desses.
Como também tenho o hábito de dormir vestindo ou coberto por casacos de pele (sintéticos, geralmente), e não tenho o hábito de guardá-los, a senhora que limpa a minha casa já perguntou para minha esposa por que eu tinha esse tipo de roupa. Minha esposa foi bem categórica: "Esse é o pijama dele." e continuou fazendo o que ela fazia, como se não fosse nada demais. Isso geralmente corta o assunto e evita mais perguntas desnecessárias, pois elas ficam achando que para a gente é algo muito normal, mas tenho certeza absoluta que elas devem comentar com outras pessoas, na casa delas, sobre isso. Mas não me preocupo em nada com esse tipo de comentário.
Continuando, mesmo dormindo coberto com objetos relacionados ao meu fetiche, só tive 3 sonhos eróticos minha vida toda, e apenas um episódio de polução noturna (aos 22 anos, o que ocasionou num casaco muito bom MUITO sujo, e deu um trabalho muito grande para limpar). Quando está frio em casa gosto de andar vestindo algum casaco, e não me incomodo de ficar com as janelas de casa abertas. Também gosto de me masturbar usando meus casacos ou bichos de pelúcia com as janelas abertas, e já me masturbei ciente de que tinha uma senhora me observando (mas fingindo não saber).
Continua...
Já falamos de legislação, características de diferentes tipos de pêlos, perguntas que eu escuto, e minha primeira experiência. Acho que o passo mais lógico seria agora falar sobre como o hábito é mantido.
Para mim, a barreira entre o normal e o sexual é muito tênue, quando se trata desse aspecto. Gosto do "look" de pêlos mesmo sem ser sexualmente relacionado. Tenho jaquetas forradas com pele sintética, moletons com capuz com borda de pêlos, e assim por diante. Gosto de vestir, e se pudesse vestiria o ano todo e vestiria mais coisas com pêlos. Só não o faço na verdade por trabalhar em um ambiente corporativo em uma área extremamente conservadora, onde esse tipo de comportamento poderia ser visto como "coisa de viado" e até mesmo colocar minha integridade física em jogo. Quando estou dirigindo vestindo alguma dessas jaquetas, gosto que os pêlos fiquem em contato com meu pescoço. Às vezes sinto excitação sexual quando faço isso, às vezes não. Tenho sempre na minha mala uma gola de pele removível ou cachecol de pele, pois caso eu saia muito tarde do trabalho e não tenha quase trânsito, gosto de ligar o ar condicionado e voltar para casa dirigindo vestindo a gola/cachecol.
É um sentimento muito conflitante. Por um lado, quero usar, gosto de usar, gosto de sentir e do jeito que me sinto usando. Por outro lado, não quero que outras pessoas saibam que estou vestindo. Não tenho medo de discutir sobre o assunto e expor meu ponto de vista, já até convenci algumas pessoas discutindo sobre o assunto, porém é quase sempre uma discussão trabalhosa, infrutífera, e frustrante. O assunto "peles de animais" geralmente envolve um ponto emocional muito forte ("amor aos bichinhos fofinhos") e esse ponto em especial gera um fanatismo similar ao dos muçulmanos ou evangélicos. É muito difícil e frustrante conversar/convencer/argumentar com uma pessoa que assumiu como paradigma da vida dela que esse tipo de coisa causa sofrimento aos bichinhos, muitas vezes essa pessoa é vegetariana, e aí você nota que ela está usando um cinto de couro, tênis de camurça, camisa com botão de osso de vaca, e quando você aponta esse fato, elas geralmente ficam MUITO agressivas (verbalmente, para minha sorte) em uma postura defensiva pois percebem que mesmo com todo o discurso e atitudes delas, elas ainda estão usando coisas oriundas de animais, o que as coloca no mesmo patamar que seres humanos terríveis como eu, mas elas NÃO PODEM SER TERRÍVEIS pois são vegetarianas/adotam bichinhos/etc!!! Como pode ser uma coisa dessas??? Acho que a mente delas surta, e começa a agredir o outro lado da conversa para acabar a conversa mais rápido e esquecer que aquilo aconteceu, e poder voltar o mais depressa possível para o mundinho, a "bolha de proteção" ética que elas mesmas criaram, onde elas são superiores e todo o resto vai queimar no inferno.
Também carrego sempre comigo, especialmente em viagens, pequenos "tubos" de pelúcia que eu mesmo costuro, que são usados para fins eróticos. Pelúcia, assim como pele, tem diferença de textura, diferença de qualidade, e nem sempre a mais cara é a melhor. Dependendo do tipo de sensação que estou buscando no dia, posso fazer os tubos de um tipo ou outro. Algumas pelúcias são mais ásperas, dão uma sensação mais rústica, e se não usadas com o devido cuidado podem até causar queimaduras de atrito. Uso esse tipo quando estou mais irritado ou estressado, buscando uma masturbação mais brusca. Outras pelúcias são mais finas e curtas, muito macias, quase não é possível senti-las. São boas para "trabalhos mais rápidos", digamos, pois é mais fácil de guardá-los no bolso para ir a um banheiro. Esse tipo acaba funcionando mais como uma camisinha peluda por dentro. É só vestir, fazer, e no final, dobrar e jogar fora. Jogo sempre por cima um pouco de papel higiênico para disfarçar. O terceiro tipo, meu favorito, é o tipo "médio". O pêlo tem aprox 2 ou 3mm de altura, é macio, não ao ponto de não ser sentido, mas não é áspero ao ponto de causar assaduras. Esse tipo "abraça" o pênis, se moldando, e causa uma sensação muito boa, fortemente erótica, quando usada nesses tubos. Uma "desvantagem", digamos, seria que eu não gosto de fazer "serviços rápidos" com um tubo desses. Sempre acho que (especialmente quando acerto perfeitamente a medida dele, e fica encaixado bem firme, mas sem comprimir demais) um tubo desses merece uma sessão mais completa, então nunca levo menos de 30 minutos quando estou me masturbando com um tubo desses.
Como também tenho o hábito de dormir vestindo ou coberto por casacos de pele (sintéticos, geralmente), e não tenho o hábito de guardá-los, a senhora que limpa a minha casa já perguntou para minha esposa por que eu tinha esse tipo de roupa. Minha esposa foi bem categórica: "Esse é o pijama dele." e continuou fazendo o que ela fazia, como se não fosse nada demais. Isso geralmente corta o assunto e evita mais perguntas desnecessárias, pois elas ficam achando que para a gente é algo muito normal, mas tenho certeza absoluta que elas devem comentar com outras pessoas, na casa delas, sobre isso. Mas não me preocupo em nada com esse tipo de comentário.
Continuando, mesmo dormindo coberto com objetos relacionados ao meu fetiche, só tive 3 sonhos eróticos minha vida toda, e apenas um episódio de polução noturna (aos 22 anos, o que ocasionou num casaco muito bom MUITO sujo, e deu um trabalho muito grande para limpar). Quando está frio em casa gosto de andar vestindo algum casaco, e não me incomodo de ficar com as janelas de casa abertas. Também gosto de me masturbar usando meus casacos ou bichos de pelúcia com as janelas abertas, e já me masturbei ciente de que tinha uma senhora me observando (mas fingindo não saber).
Continua...
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