Boa tarde novamente. :)
Continuando as peripécias com o cobertor, por volta de 2000 nos mudamos do apartamento no canal 5 para um próximo à Conselheiro Nébias. Minha vida ficou bem conturbada nessa época por conta da mudança, pois saí de uma escola onde fiquei 12 anos e onde estavam absolutamente todas as pessoas (amigos ou não) que eu conhecia minha vida inteira e fui terminar o último ano de estudo em outra escola, onde não conhecia ninguém. Além disso, anos depois, descobri que eu poderia ter ficado no Colégio onde eu estudava por lei, pois o colégio era obrigado a me fornecer a bolsa para eu encerrar os estudos. Porém, descobri ainda mais anos depois que minha mãe não entrou com esse simples requerimento por orgulho próprio, pois ela havia sido demitida após brigar com a coordenadora dela, e ela não quis deixar nenhum dos filhos na escola por decisão própria (sem nem nos consultar).
Por conta do stress da mudança, as minhas sessões de masturbação aumentaram consideravelmente de frequência. Nessa época eu me masturbava uma média de 2x por dia, geralmente com a leoa. Uma vez no banheiro, durante a tarde, e outra de noite, antes de dormir. Os procedimentos para isso eram os mesmos: Deixava ela no cesto de roupas ou dentro do armário do banheiro, ou então embaixo do colchão.
Por conta da frequência maior de uso, a leoa precisava de higienização mais frequente. Quando possível, eu a lavava eu mesmo dentro do banheiro, quando não tinha ninguém em casa, com xampu, condicionador e sabonete (o que deixava ela muito cheirosa e macia, diga-se de passagem, rs). Depois eu a deixava secando com vento indireto de um secador de cabelos, que resolvia o problema da umidade em cerca de 1 hora. Nessa época eu tinha bem mais tempo sozinho em casa, pois minha mãe trabalhava praticamente todos os dias fora de casa, e meu irmão passou a estudar no Stella Maris, onde ele tinha aulas à tarde praticamente todos os dias também.
Isso durou por aproximadamente 5 meses (de fevereiro a junho), pois do meio para o final do ano eu comecei a fazer cursinho à tarde e não tinha mais nenhuma tarde livre. Foi outro momento MUITO estressante na minha vida, onde eu quase cometi suicídio me jogando do 4º andar, mas isso não vem ao caso. Não sei se a redução na frequência de masturbação (que estava muito alta) teve algo a ver com isso.
O fato digno de nota é que nesta época, minha mãe e meu irmão foram viajar em julho, e eu não pude ir pois estava correndo para completar o curso de inglês no modo avançado. Para economizar um semestre, preferi ficar em Santos ao invés de ir viajar e fazer um intensivão de conversação, tendo aulas todos os dias de noite, para conseguir os créditos que faltavam para concluir o curso.
Agora vem uma pergunta de resposta óbvia: o que um adolescente de 18 anos faz quando tem DUAS SEMANAS INTEIRAS sozinho em casa? Especialmente se ele é quase que patologicamente tímido e acabou sendo afastado de suas amizades por conta da mudança de colégio? Sim, ele se masturba. MUITO.
Nestas 2 semanas, eu considerei a casa como meu reduto particular. Peguei todos os bichos de pelúcia que com os quais eu mantinha relações e deixei-os em cima da escrivaninha e da cama, completamente à vista. Andava pelado pela casa inteira, frequentemente com esses bichos, levando-os para qualquer cômodo que eu fosse. Me masturbei em todos os lugares da casa - sala, cozinha, área de serviço, escritório, quarto da minha mãe, banheiro da minha mãe... um dia até experimentei manter relações com a minha leoa nas escadarias do prédio. Sem ninguém por perto, não haviam limites.
Mas... havia um limite. Eu mesmo. Ou melhor, meu corpo.
Até onde meu corpo permitiria que eu fosse?
Não havia melhor momento para responder aquela pergunta do que aquele.
Levei o cobertor da minha mãe para o meu quarto e o coloquei em minha cama. Decidi que naquela noite, eu me masturbaria em sequência até não conseguir mais. Peguei todas as minhas parceiras sexuais de pelúcia e deixei de prontidão. Decidi que para aquela tarefa hercúlea, a leoa era a mais merecedora de me acompanhar, pois havia sido a mais fiel até então, e a primeira de todas. Nada mais justo.
Comecei me masturbando com o cobertor, e quando achei propício, penetrei a leoa e parti para a primeira vez. Estando completamente sozinho, assistindo pornografia (de má qualidade) no Multishow na TV do quarto com volume alto, e com minha leoa, o primeiro orgasmo não demorou muito.
Eu já havia me masturbado duas vezes seguidas antes, e sabia que o segundo orgasmo demorava muito mais para acontecer do que o primeiro. Se o primeiro levava de 5 a 10 minutos, o segundo levaria uma hora, se eu conseguisse manter a ereção, evitando a "brochada biológica" que acontece naturalmente depois do orgasmo.
Como era de se esperar, o segundo orgasmo demorou bem mais para vir, mas não tanto quanto normalmente levava.
Consegui manter a ereção para começar a terceira sessão logo depois da segunda, mas durante a terceira, a brochada biológica chegou, e precisei me estimular bastante para que ela voltasse e eu completasse a sessão.
Depois do terceiro orgasmo, a leoa já estava fazendo um som de pano úmido (semelhante ao som de um pano quando é lavado no tanque, à mão), então agradeci a ela e continuei com o cobertor. O quarto orgasmo demorou quase uma hora de masturbação intensa para acontecer, mas veio. A quantidade de sêmen diminuía exponencialmente, como era de se esperar - com 18 anos eu já não produzia mais tanto quanto com 13-14 anos, provavelmente pelo excesso de masturbação diário, e eu já tinha percebido que se eu ficasse alguns dias sem me masturbar a quantidade de sêmen aumentava consideravelmente (embora não chegasse a ser o que era quando eu era mais novo).
O quinto orgasmo veio completamente seco, após mais uma hora. Havia esvaziado completamente a próstata, as contrações no pênis e no períneo eram extremamente fortes, e a glande estava perdendo a sensibilidade.
Ainda havia sensibilidade, porém, para usar o cobertor para uma sexta sessão na sequência, após um breve período de descanso. O pênis já estava começando a ficar muito inchado, e podia ver as veias saltando. Após a sexta sessão, segui com o cobertor estimulando apenas o escroto, para manter a ereção.
A sétima sessão foi um recado claro - era hora de parar. Não houve nenhum prazer, apenas dor. Nenhum sêmen, nada. Meu pênis se contraía de maneira dolorosa, o períneo idem. Me deitei, esperei as dores passarem, e como um soldado sem medo da morte, parti para a oitava sessão.
Na oitava sessão, novamente, apenas dor, sem prazer. Porém a dor havia aumentado. Era para mim um sinal claro: a partir daqui, vai doer cada vez mais, e não está havendo nenhum retorno benéfico. Era hora de parar.
Descobri nesse dia que o limite do meu corpo eram provavelmente 6 em sequência, porém podendo chegar a 8 (ou mais) caso eu estivesse realmente desesperado ou desenvolvesse um fetiche masoquista (o que ainda não aconteceu).
:)








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