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quarta-feira, 18 de maio de 2016

Experiências Pessoais - Pt. 6

Boa tarde! :)

Além do assunto "Primeira vez", que é sempre um tema bem recorrente nos fóruns de fetiche por aí, outros 2 temas frequentes são "Fazer com pertences alheios" e "Pego no flagra". Acredito serem temas frequentes pois são duas situações que despertam picos de adrenalina, que como todos nós sabemos, é uma substância viciante (e que se estiver no sangue no momento do orgasmo, aumenta a potência do mesmo).




Conforme já falei anteriormente, uma vítima corriqueira das minhas sessões íntimas solitárias em casa era o cobertor da minha mãe. Após algumas sessões de bruços, que sempre eram mais intensas (e cansativas e trabalhosas) do que as sessões "normais", eu comecei a usar o cobertor dela de uma maneira diferente. Eu apenas enrolava minha mão nele, como se ele fosse uma luva sem dedos, e me masturbava daquele jeito. Era bem interessante, e a adrenalina de fazer com um objeto tão perigoso sempre aumentava a sensação de prazer no final. 

 Nesta época nem sempre eu sujava o cobertor, pois não havia muito tempo para limpeza. Eu tinha apenas algumas poucas tardes livres para fazer isso por semana, e tinha que aproveitá-las bem. Outras vezes, eu esperava ela sair de casa e pegava o cobertor, enrolando-o como se fosse um rocambole peludo para ficar um pouco mais alto, e poder ficar mais próximo da posição que eu usei com o finado urso rosa. Sempre gostei desta posição de "monta", mais selvagem, para esse tipo de coisa. Acho reconfortante o desprendimento da realidade e a liberdade de deixar o "lado animal" assumir o controle por um pequeno período de tempo.




Eventualmente, porém, o inverno se foi e a primavera chegou, e com o inverno sumia o cobertor. Nos primeiros anos eu ficava chateado por ter que esperar mais 6 ou 7 meses até o nosso próximo encontro (e entre o primeiro ano e o segundo que comecei a usar o cobertor para fins eróticos, eu calculei mais ou menos quando ela tiraria o cobertor do armário e fiquei quase 2 semanas sem fazer nada. Devo dizer que foi um reencontro inesquecível...).

Quando voltava o inverno, eu já estava 1 ano mais velho, e cada vez mais ousado. O cobertor me recebia sempre que possível, e eu fazia questão de acabar nele sempre que tinha a oportunidade. Já estava com bastante prática no método para limpá-lo. Porém, uma vez, minha mãe saiu de casa e eu, que já estava ansioso pela saída dela, fui correndo até o quarto dela nu. Assim que cheguei, já enrolei o cobertor, montei nele, e de repente, a porta da área de serviço de abriu violentamente.



Naqueles 3 segundos que foram necessários entre minha mente associar o barulho à alguém entrando em casa, e associar alguém entrando à minha mãe que tinha esquecido algo, foi tempo mais do que suficiente para minha mãe, morrendo de pressa, voltar e entrar no quarto dela (onde eu estava) para apanhar a chave do carro que havia ficado sobre o criado mudo. Tudo que eu tive tempo de fazer foi de levantar de cima do cobertor, ofegante, e correr para o banheiro do quarto dela, porém não rápido o suficiente para que ela não visse que eu estava nu e com uma ereção no quarto dela. Na pressa ela apenas riu e perguntou o que estava acontecendo, e eu corri e disse que precisava usar o banheiro dela pois o meu estava sem papel.

Ela não tocou no assunto durante a noite, quando voltou pra casa(acho que ela entendeu que eu estava me masturbando mas não associou o ato ao cobertor).

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