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quinta-feira, 31 de março de 2016

Experiências Pessoais - Pt. 4

Boa tarde novamente!

Conforme fui ficando mais velho, cada vez mais eu arriscava usar algum bicho de pelúcia ou objeto peludo para fins "não-convencionais", digamos. Enquanto adolescente, eu era uma bomba de hormônios, e não era incomum da vontade de experimentar algum objeto novo - ou de simplesmente saciar um desejo momentâneo - sobrepujava a razão, o bom senso e o senso de perigo, e lá ia eu novamente, coração a mil, uma ereção nas calças e nenhuma vergonha na cara.






Algumas dessas vezes em que eu me masturbei com algo que não era meu geraram, obviamente, algumas situações bem tensas para mim.
Eu tinha uma prima por parte de pai que tinha quase que a mesma idade que eu, era 1 ano mais velha aproximadamente. Ela fazia aniversário perto da páscoa, e minha mãe aproveitou uma ida ao supermercado Carrefour para comprar um coelho de pelúcia branco, MUITO macio, que ela encontrou por lá, para dar de presente para essa minha prima, visto que o aniversário dela era no dia seguinte.


Aos 13 anos, eu já estava produzindo uma quantidade significativamente grande de semen, e tinha que tomar alguns cuidados ao me masturbar pois o mesmo, em contato com os pêlos, acaba grudando e quando seca, endurece as fibras. Dependendo da quantidade podem surgir manchas amareladas ou alaranjadas nas fibras, que meio que denunciam que algo não-usual ocorreu por ali.

Desde o momento que o coelho foi parar no carrinho, eu fui "acidentalmente" esbarrando nele por todo o percurso dentro do supermercado. No caminho para casa, eu vim com ele no meu colo, e a ereção já estava começando a doer dentro da bermuda. Porém, eu sabia que provavelmente não teria tempo para fazer nada, pois a festa já era no dia seguinte. Então, que pelo menos eu aproveitasse o coelho de uma maneira não-sexual, para compensar.

Chegamos em casa, minha mãe colocou o coelho sobre a cama dela e foi tomar banho. Logo em seguida, se arrumou e foi dar aula na faculdade - uma pequena vitória. Meu irmão, que sempre foi meio viciado em computadores e jogos eletrônicos, imediatamente sentou no computador e começou a jogar. O destino sorriu para mim, o caminho para aproveitar o coelho estava aberto! Disse a ele que iria ao banheiro e que depois ia ver televisão, saí do quarto e fui direto para o quarto da minha mãe, que era uma suíte. Peguei o coelho, entrei no banheiro dela e tranquei a porta. A partir daquele momento, eu tinha todo o tempo do mundo.





Fui experimentando cada parte do coelho com calma, não queria desperdiçar a chance ejaculando em 2 minutos, embora a vontade fosse grande. Cada lado, cada centímetro, e cada textura diferente de pêlo daquele coelho conheceram minhas partes íntimas, em um ritual lento e prazeroso.

Quando já estava no banheiro há mais de uma hora, decidi que era hora de acabar.
Na verdade, eu nunca gostei muito dessa prima. Era uma daquelas garotas chatas e mimadas, e sempre que íamos à casa dela, tínhamos que fazer tudo que ela queria, na hora que ela queria, e do jeito que ela queria. Filha única e acostumada a ter todas as vontades atendidas, não era incomum ela causar um estardalhaço porque alguém tinha ganho dela em algum jogo ou coisa similar.

Peguei o coelho, e depois de mais uma sessão de fricção contra a cara dele, coloquei a glande diretamente sob o rabo dele, e deixei o rio fluir.





Foi um turbilhão de sensações: o orgasmo, o prazer de ter terminado nos pêlos do coelho (na época eu já demonstrava o princípio desse lado), a sensação prazerosa de ter sujado algo daquela garota irritante (algo como um "bem feito, você merece" passou pela minha mente no momento)... seguidos do pânico te ter sujado algo que seria dado de presente no dia seguinte, e o medo de alguém perceber a sujeira que eu tinha feito (que, depois de uma hora "brincando", não havia sido pouca).

Tirei o excesso do sêmen com um pente, deixando apenas a região úmida (eu sabia que aquilo iria acabar endurecendo, mas pelo menos a chance de ficar amarelado era menor). Saí do banheiro discretamente e botei o coelho de volta no lugar dele. Tudo que podia fazer agora era esperar que nem minha mãe - uma das pessoas mais detalhistas que eu já conheci - nem minha prima insuportável reparassem no estrago feito no popô do coelho.



No dia seguinte minha mãe pegou o coelho, botou ele sentado em cima de algumas folhas de celofane, e fez um embrulho como se fosse um saco, sem nem virar o coelho. Vitória na etapa 1. Quando chegamos na casa da minha prima, assim que ela viu o coelho, ela lançou um daqueles gritos ultrassônicos típicos, o agarrou, desembrulhou, abraçou ele, esfregou a cara nele (que até algumas horas atrás se encontrava em contato com minhas partes íntimas), e o levou para o quarto dela, onde ela o botou sentado em uma pilha de outros bichos de pelúcia mais antigos.

Vitória. :)

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