Translator

segunda-feira, 22 de abril de 2019

REENCONTRO

Às vezes, gosto de passear por sites como mercado livre, OLX e afins apenas para dar uma olhada. É como se fosse a um shopping ver as vitrines - como geralmente estou meio apertado de dinheiro, mesmo trabalhando novamente, olho muito mas compro pouco. E já fazia um bom tempo que não comprava nada "para mim". Para mim, obviamente, no sentido de para uso próprio, sexualmente falando.
E esses dias, recontando para uma pessoa a história do coelho, pensei em ver se encontraria o mesmo para venda, apenas para ver o preço, quanto custaria hoje em dia. Quem sabe, né?

E eis que eu encontrei. Uma versão menor, mas da mesma fabricante.
Preço acessível.
Entrega via sedex.
Preço do frete igualmente acessível.

Comprei.

Minha ansiedade começou no momento que consegui efetuar o pagamento. Poderia finalmente, embora em menor escala, recriar aquela cena de mais de 20 anos atrás? Seria como eu me lembrava?

Os menores não vem com o rabo (peça cobiçada para recriar o "gran finale"), mas a perspectiva de finalmente poder reavivar a memória, sentir novamente o que eu senti naquele dia... Continuei ansioso por coisa de mais 5 ou 6 dias, até que meu aplicativo de rastreio avisou "objeto entregue ao destinatário".

A ansiedade de chegar em casa e "provar" meu novo brinquedo foi aumentando enquanto eu dirigia, e cheguei na garagem do prédio com um considerável volume. Subi com a mochila na mão para esconder a "barraca", caso alguém aparecesse no caminho. Finalmente entrei em casa. Estava sozinho, encontrei a caixa sobre a mesa da sala. Abri ela cuidadosamente com um estilete, aproveitando cada segundo.

Abri, e envolto em celofane transparente, estava ele. Não era branco, era marrom, e menos da metade do tamanho original, mas estava ali, e iria servir perfeitamente.



Levei minha nova amiguinha para o quarto, e rapidamente me despi. Que alívio estar livre das restrições sociais das roupas! Tirei o crachá, camisa, calça social, sapato, meias, e finalmente as roupas íntimas. Afastei o lençol, liguei o ar condicionado, e me deitei com a pequena coelinha marrom na mão.

Comecei cheirando-a. Adoro cheiro de bicho de pelúcia novo. Além de me trazer boas lembranças e nostalgia, me enche de tesão. Alguns ficam excitados com cheiro de carro novo. Eu fico com cheiro de bicho de pelúcia novo, me julguem, rs. A pelúcia macia da barriga e das bochechas acariciou minha cara, e ali eu tive certeza que a jornada seria maravilhosa.

Levei-a de encontro ao meu saco, e gentilmente acariciei fazendo movimentos para cima e para baixo. Nessa altura meu pau já estava completamente rígido, pulsando levemente conforme o ritmo da minha pulsação. Levei-a de encontro a ele, e ainda mantendo a glande coberta pelo prepúcio, a fiz abraçar meu membro, como se ela houvesse encontrado um amigo que há muito não via, e segurando suas patinhas ao redor dele, fiz com que ela abaixasse o prepúcio e voltasse a cobrir a glande.

Em seguida, coloquei o pau entre seus pequenos braços e pernas, com o ventre do membro encostado em sua barriguinha branca e pura. Pude sentir a pelúcia aquecendo meu pau duro. Novamente fiz movimentos para cima e para baixo, como se ela estivesse tentando escalá-lo ou estivesse montada em um touro mecânico. Podia sentir, conforme ela ia para baixo, a pelúcia branca da bundinha dela roçando contra meus testículos. E isso me deixava com ainda mais tesão.

Após alguns minutos aproveitando aquela sensação, decidi que era hora de explorar um pouco mais. Sacando a cabeça dele para fora, esfreguei-a nas bochechas peludas e brancas, e em seguida no focinho todo. Precisava mostrar que ela era agora propriedade minha, deixar minha marca nela.
Deixei a glande exposta por um minuto ou dois. Aprendi ao longo desses 25 anos que quando a glande fica ressecada após ter o prepúcio puxado, a sensibilidade para pêlos aumenta bastante.

Com a cabeça dele sequinha, parti finalmente para o prato principal. Comecei experimentando as pernas e as costas, esfregando meu pau contra os pêlos. Entrei em êxtase, foi como se um rio de memórias voltasse a fluir em minha mente. Continuei por mais alguns minutos, estimulando primeiro o lado direito, onde tenho um pouco menos de sensibilidade, por algum motivo. Isso nem de longe é uma coisa ruim. Se toda a glande fosse sensível como é do lado esquerdo, eu não conseguiria fazer metade das coisas que faço, acabaria tudo muito rápido. :) Fui esfregando a parte de fora da perna da coelha, lentamente girando-a, esfregando depois em suas costas e por fim na outra perna. Depois foi a vez do lado esquerdo. A sensação é bem mais forte ali, dá uma sensação estranha e deliciosa por dentro do pau e do saco. Fiz o processo contrário, rotacionando lentamente até chegar na primeira perna. Repeti mais algumas vezes, e depois puxei o prepúcio bem para trás para expor completamente a glande com uma mão enquanto esfregava a danadinha nele com a outra. Também descobri há alguns anos que quando puxo o prepúcio para baixo, tensionando a mucosa da glande para trás, a sensibilidade aumenta mais ainda. Conseguir um orgasmo assim é trabalhoso, requer uma boa coordenação motora e concentração, pois a sensação é tão forte que chega a desconcentrar. Além disso, se o orgasmo não acontecer logo, existe a chance de acabar causando queimaduras de atrito. Já tive queimaduras de atrito na cabeça dele anteriormente por 2 vezes, e não pretendo ter uma terceira vez.


Senti que estava me aproximando do orgasmo, mas costumo demorar um pouco para gozar. Então passei para a sobremesa, a melhor parte - a barriga e a parte interna das pernas. Segurando-a pelo pequeno quadril, lentamente encaixei-a de cima para baixo em meu pau, sentindo não só a pelúcia das pernas acariciando as duas laterais do pênis e da glande ao mesmo tempo, mas a pelúcia branca da barriga dela acariciando e aquecendo a parte de cima da glande. Eu estava no paraíso. A segurei com as duas mãos e comecei a subi-la e descê-la rapidamente. Depois, segurei ela no lugar e comecei a fazer o movimento com o quadril, metendo o pau, esfregando-o na sua barriguinha alva até a cabeça dele bater em seu focinho. A sensação do orgasmo iminente começou a aumentar cada vez mais. Pensei em puxar a pele e continuar esfregando desse jeito, e gozar naquela barriguinha branca, mas a primeira vez deveria ter um final digno do "aniversário" de 25 anos da história do coelho. Ao sentir que não conseguiria mais segurar, rapidamente apoiei a ponta do pau na bundinha branca dela, e deixei a porra sair.

Eu era, novamente, um garoto de 12 anos. Os 2 primeiros jatos atingiram em cheio, quase escapando por conta do ângulo irregular, resultado do manuseio frenético do corpo do pênis para atingir o orgasmo. Os outros jatos - foram vários, fazia tempo que não gozava tão bem assim! - atingiram uma área que rapidamente ficou saturada com o sêmen, e começaram a escorrer pela glande e pelo corpo do pênis, acabando por se depositar na região pubiana.


Continuei lá, deitado, ectasiado, sentindo o sêmen saindo de mim, os testículos bombeando material, a próstata se contraindo, a porra escorrendo pelo pau, sujando minha mão... quase dormi. Depois de algum tempo, levantei para me limpar - e limpar minha nova amiguinha! - ainda zonzo, cambaleante, enebriado com aquelas sensações. Eu tinha certeza que, dali a alguns dias, quando tivesse acumulado mais uma boa quantidade de porra na próstata, a barriguinha branca dela seria a próxima vítima, e dessa vez, iria fazer no modo extremo - pele puxada para trás, sentindo tudo com 2x mais potência. :)

Nenhum comentário:

Postar um comentário