Bom dia! :)
Plushofilia é o termo cunhado online para definir o fetiche sexual por bichos de pelúcia.
Dentro desse "nicho" fetichista existem subdivisões, que vão desde a parte mais clean, como colecionadores e pessoas que simplesmente gostam da erotização dos bichos de pelúcia (como fotografá-los em poses insinuantes), a pessoas que fazem modificações nos mesmos para praticar atos sexuais (abertura de "buracos estratégicos", como são chamados, e/ou anexação de vaginas ou pênis de latex), até pessoas que sentem prazer destruindo e/ou queimando os bichos de pelúcia, e também outras que misturam esse fetiche com escatofilia (prazer sexual por dejetos humanos).
No meu caso, a plushofilia veio como algo natural. Desde novo eu sempre gostei de animais, sempre gostei de coisas com pêlos, nada mais natural que dormir com bichos de pelúcia, que é um hábito que perdura até hoje. Quando comecei a me masturbar com mais frequência, comecei a usar bichos de pelúcia, e no começo fantasiava um pouco com histórias que eu mesmo inventava (até hoje tenho o hábito de dar nomes aos meus bichos de pelúcia), que sempre acabavam com uma leoa de pelúcia de aprox 20cm (era meu bicho de pelúcia favorito para esse tipo de atividade, junto com um tigre de uns 40cm de comprimento) abraçando meu pênis e me ajudando a "descansar". Geralmente fazia esse tipo de coisa antes de dormir, e tinha que fazer com algum cuidado pois dormia em beliche e meu irmão sempre foi muito chato com uma série de coisas, e balançar a cama era uma delas. Além disso, eu era muito "produtivo" quando era novo, então limpar as coisas depois de me masturbar era complicado, tinha que ter um planejamento antecipado; e tinha que controlar muito bem a respiração para não ficar ofegante e acordar ele com o barulho. Mas ainda assim, com todas essas desvantagens, passei bons momentos.
A leoa foi o primeiro bicho de pelúcia que eu "modifiquei" com esse propósito, abrindo um buraco na altura da virilha dela. A idéia inicial, para mim, era genial: tendo ela um buraco onde eu pudesse colocar a glande dentro na hora de ejacular, todo o "conteúdo" ficaria dentro da leoa, e eu nao teria que me preocupar com a limpeza. Porém, como na época que eu comecei a fazer isso (por volta de 1995) não tinha internet, e por tudo que eu sabia eu era a única pessoa no mundo fazendo aquele tipo de coisa, eu acabei descobrindo algumas coisas na prática: o esperma depois de seco acaba endurecendo e manchando pêlos. Isso vale também para aquele enchimento de fibras de silicone de dentro dos bichos de pelúcia. Além disso, o meu esperma depois de seco fica com um cheiro bem característico (lembra algodão-doce), mas se acumulasse demais dentro da leoa sem lavar ou esperar secar direito, ficava com um cheiro estranho e bem forte.
O problema do enchimento endurecido foi resolvido também de uma maneira lógica e criativa - cada vez que o enchimento ficava endurecido, eu tirava aquela parte e descartava. Só que não tinha como repor o enchimento, e definitivamente eu não queria levar a leoa para minha mãe para reparos por 2 motivos óbvios: 1) ela provavelmente ia entender na hora o que eu estava fazendo e me dar a bronca do século, e 2) eu não queria parar de fazer o que eu estava fazendo. Quanto mais enchimento eu tirava da leoa, mais meu pênis entrava dentro dela, e mais eu gostava. Como nunca fui muito social nem mesmo com garotos, e sempre fui especialmente tímido com garotas (problema sério até hoje em início de relacionamentos), eu comecei a me afeiçoar emocionalmente àquela leoazinha de pelúcia, e nas minhas fantasias particulares ela também gostava de mim, especialmente quando tínhamos nossos "momentos íntimos" juntos, o que acontecia frequentemente mais de uma vez por dia. Eventualmente tirei tanto enchimento dela que consegui penetrá-la completamente. Eram sessões de masturbação bem intensas, pois o rabo dela estimulava um ponto bem sensível no meu escroto enquanto eu a usava, e durante a ejaculação todo o esperma ficava retido dentro dela, como uma camisinha peluda. Eu geralmente fazia isso no quarto à noite, antes de dormir, escondendo-a embaixo do colchão no final (mas algumas vezes também gostava de dormir ainda dentro dela, na minha cabeça sentia como se fosse uma recompensa para ambos), e também fazia com frequência no banheiro, antes de tomar banho, quando eu a escondia no cesto de roupas sujas ou na última gaveta do móvel do banheiro, que estava sempre vazia.
Eventualmente eu precisava lavar a leoa, o que era uma operação de guerra. Tinha que colocá-la na máquina de lavar roupas sem ninguém perceber, depois que a faxineira pendurava as coisas no varal eu rearranjava ela para ficar escondida entre camisas e lençóis, e quando estava um pouco mais seca eu terminava de secar com secador de cabelos, para poder guardá-la em segurança (e utilizar na mesma noite).
Minha mãe chegou a descobrir a leoa furada e me deu uma bronca, mas curiosamente a bronca era mais por ter furado a leoa e danificado o bicho de pelúcia do que pela masturbação em si. Ela chegou a me proibir de fazer isso, ordem que foi sumariamente ignorada pois na mesma noite usei a leoa duas vezes seguidas, para aliviar o stress da descoberta. Mas depois desse dia passei a tomar muito mais cuidado e não deixar mais a leoa embaixo do colchão. Eu a colocava dentro da fronha do travesseiro e fechava o zíper da fronha, e abraçava o travesseiro para que o mesmo não caísse no chão ou coisa parecida. Esse método funcionou bem até minha mãe descobrir a leoa uma segunda vez, já por volta do ano 2000, pendurada no varal (nesse dia a faxineira lavou roupa mais cedo e eu tive aula à tarde no cursinho, então não consegui guardar a leoa em algum outro lugar). Quando cheguei em casa minha mãe disse que tinha "doado alguns bichos de pelúcia antigos e a leoa foi junto". Fiquei MUITO magoado com ela (e para falar a verdade, é uma coisa que ainda não ficou bem resolvida para mim) por ter feito isso comigo sem nem mesmo me consultar. E ainda por cima, esse ano, minha mãe me chamou para buscar alguns bichos de pelúcia antigos que ela guardou na casa dela como recordação. Perguntei se ela ainda tinha o "saco inteiro" deles (a esperança é a última que morre). Como já tinha conversado com a minha mãe uns anos atrás sobre esse lado da minha vida e aberto o jogo sobre a leoa, perguntei se a leoa estaria no meio do saco, pois eu tinha a intenção de consertá-la. Ela disse que guardou apenas os que ela achou que eu gostaria mais e doou os outros, e que a leoa ainda estava dentro do saco. Fiquei estarrecido, foi como reviver aquele momento todo de novo. Já tentei por inúmeras vezes, inclusive, achar uma "substituta" na internet, em sites de brinquedos antigos, mercado livre e etc, mas sem sucesso. Parece que desta vez foi definitivo.
Continua...


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