Boa tarde novamente!
Conforme o tempo foi passando, eu fui experimentando mais e mais. Posições diferentes davam orgasmos diferentes, e havia uma série de variáveis na fórmula da masturbação que fui descobrindo com o tempo (como por exemplo, o cheiro do tapete de pele de carneiro na sala de estar da minha mãe que me deixava louco, mas curiosamente o orgasmo era sempre mais fraco que o esperado) através da experimentação. Geralmente eu me masturbava antes de dormir, com a leoa; de manhã com o casaco ou no tapete de carneiro da sala, e se me masturbasse durante a tarde, usava o tigre ou a leoa também.
Eu também gostava de experimentar as coisas peludas das outras pessoas (vale lembrar que nessa época a leoa e o tigre eram do meu irmão, embora ficassem na prateleira sobre a minha cama, o que facilitava o acesso à noite). No começo, a curiosidade era mais sobre a sensação tátil dos objetos - eu queria ver qual era a sensação de determinado tipo de pêlo ou de determinado material ao entrar em contato com diferentes partes do corpo, o que invariavelmente levava aos genitais - mas era mais inocente pois eu não me masturbava com os objetos até o orgasmo e, até meados dos 11 anos, eu não ejaculava, tinha apenas orgasmos secos.
Porém, em algum momento de 1994, quando eu tinha 11 anos (e já tinha começado a ejacular, o que me dava alguns problemas com a limpeza da "cena do crime" depois, pois na época eu era hiperprodutivo), minha tia ganhou de um dos namorados dela (não me recordo qual, foram muitos, e mudavam frequentemente) um urso desses que se ganhava de brinde em parques de diversão dos anos 90, anatomicamente rústico, expressão facial não muito agradável, detalhes meio toscos... o enchimento eram aquelas bolinhas de isopor, o que deixava o urso praticamente imóvel e meio duro (porém bem leve). Eu imediatamente visualizei o potencial do urso na hora que o vi - além de ser praticamente da minha altura, ele tinha a barriga branca, e como eu disse, tem alguma coisa nos pêlos brancos que me deixam mais excitado que o normal. Fiquei ponderando sobre qual seria o melhor momento para "experimentar" o urso. Sabia que dificilmente teria a chance de fazer qualquer coisa além de dar uma "provadinha" com as partes íntimas.
No final de semana seguinte, teve um churrasco em casa, por alguma ocasião que não me recordo. Nossa casa tinha um quintal avantajado, e todos estavam no quintal. Eu dei uma desculpa de que ia no banheiro ou coisa assim, e fui para dentro de casa. Imediatamente saí correndo, peguei o urso no quarto da minha tia, subi as escadas (nossa casa era geminada, o quarto da minha tia ficava imediatamente embaixo do meu, porém a escada ficava próxima à sala de tv nos 2 andares) e fui para o meu quarto.
O formato do corpo do urso era parecido com o da 1a. foto, sem a jardineira, porém a cor e a expressão no rosto pareciam mais com o segundo, exceto pela barriga que era um grande retângulo branco de pontas arredondadas.
Deitei o urso na minha cama, fechei a porta (que não tinha fechadura), liguei a televisão sem nenhum canal sintonizado, apenas para deixar aquela luminosidade no quarto, me despi e imediatamente deitei sobre ele. Para minha surpresa e felicidade, o enchimento de isopor causou um efeito colateral inesperado - como o urso era bem duro, ele suportava completamente meu peso, e como os braços e as pernas dele não se mexiam, eu consegui passar as minhas pernas por trás das pernas dele, e os meus braços por trás dos dele, fazendo uma posição de "cópula" quase perfeita. Eu estava comprometido a aproveitar o máximo possível, pois não sabia se haveria outra oportunidade igual à essa.
Os sentimentos acumulados durante a semana de ver o urso e não poder fazer nada tomaram o melhor de mim, e o primeiro orgasmo veio em segundos. Na hora H, consegui colocar o pênis para o lado, para não sujar o local onde estava fazendo o humping. Já sabia nessa época que o segredo para uma boa sessão com pêlos era que os mesmos estivessem secos. O urso foi atingido na lateral da barriga, e eu dei uma pequena pausa para me recompor. Estava tão excitado que mesmo após o orgasmo, a ereção se manteve. Cerca de cinco minutos depois, já estava pronto para o round 2. Desta vez a brincadeira durou um pouco mais, e foram mais ou menos 15 minutos maravilhosos, até que o segundo orgasmo veio, no mesmo local do primeiro.
Durante a segunda pausa, eu já estava quase dormindo por conta do excesso de endorfinas, tendo sentimentos românticos e imaginando meu futuro aposentado em uma casa de campo com o urso, ambos sentados na varanda, vendo os netos brincando. :)
Após uns 20 ou 30 minutos, a ereção retornou e eu me preparei para o round 3. Comecei o humping, e logo depois, a porta do quarto se abriu de maneira repentina. Só tive tempo de me manter imóvel, congelado de pavor, com os olhos semicerrados como se estivesse dormindo. Pude ver que era minha avó, que deve ter cansado do churrasco e resolveu passar roupa. Ela portava uma pilha de roupas passadas, que foram guardadas nas suas respectivas gavetas. Depois, ela me olhou, não disse nada, saiu do quarto, apagou a luz e fechou a porta. O pavor foi tão grande que não consegui fazer mais nada depois disso. Desgrudei do urso, sentei na cama para me acalmar, e analisei a situação. Se da primeira vez que minha avó me pegou no flagra, não havia nada exposto, dessa vez a situação era bem diferente. Ela me flagrou completamente nu, em cima da cama, agarrado numa posição semifetal em um urso de pelúcia enorme, com o pênis ereto, e uma quantidade considerável de material branco gelatinoso escorrendo da barriga do urso diretamente para o lençol, onde uma mancha de umidade havia aparecido. Eu tinha absoluta certeza de que eu ia apanhar até a morte.
No dia seguinte, uma segunda-feira, fui para a escola à tarde, e quando voltei da escola, o urso já não estava mais lá. Haviam jogado fora. Não pude nem me despedir. Fiquei muito chateado por vários dias.
Mas, pelo menos, a surra e a bronca nunca vieram.
:)
Continua...


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